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Voar é preciso

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“Voar é do homem”, assinala Djavan numa de suas canções. Tanto é que não basta apenas acompanhar a odisséia de Santos Dumont , ou dos vigaristas e embusteiros irmãos Orville e Wilbur Wright, mas todas as tentativas repetidas e fracassadas desde o desejo de imitar o vôo dos pássaros, o lendário Ícaro, as criações de Júlio Verne, as explorações siderais, a busca pelo Nirvana e as elucubrações reverberadas do rock progressivo.Maior viagem.Inclusive dá-se a entender que todos os projetos humanos são verdadeiros planos de vôo, tal plano projetou Gonzaguinha num de seus discos de início de carreira.E, por isso, parece que as pessoas realmente voam, mesmo estando dormindo e sonhando, ou com os olhos bem abertos quando refletem sobre o futuro de suas próprias vidas. Tudo sugere voar alcançando novas possibilidades, novas perspectivas, basta ter o brevê da coragem e determinação de pilotar pelos riscos e oportunidades , acendendo na vida, dando asas à imaginação.E claro, realizar.
Entretanto, parece que voar é preciso, ou melhor, voar é preciso. Talvez tenha sido esta razão pela qual Santos Dumont, em um célebre diálogo travado com um outro aluno de colégio, disse: “o homem voa”. A partir daí, ao tentar apresentar a origem do avião, propuser-se-á em enunciado simples: Santos Dumont, o cerne, literalmente a fonte de respostas para todas as divergências criadas a respeito da invenção da navegabilidade aérea. Longe de ser absurdo, e tomadas as devidas referências históricas, tal idéia pode não só desmistificar a balela dos irmãos Whright, como também desencadear o papel simples, essencial e vital da humanidade capaz, de fazer florescer civilizações, ditar limites morais e protagonizar a ética: a dignidade.
Isso mesmo, Dumont é a personificação da dignidade, e a ele é digna a habilitação, não de passageiro, como Sr Orville e, nem muito menos de tripulante, como o Sr Wilbur Wright, mas sim de catedrático piloto.Sendo assim, apertem os cintos, e voem de cabeça, sem ter dúvida e medo, no décimo quarto experimento, o primeiro vôo do “mais pesado que o ar”, que o consagra único e autêntico pai da aviação, e a ele os méritos devem ser atribuídos, por absoluta justiça e reconhecimento científico. Há precedentes e antecedentes, mas o seu feito é algo extraordinário e que merece ser lembrado pelas gerações.
À luz do absurdo da tese de fundo dos irmãos Wright, a verossimilhança de serem os inventores do avião fica completamente comprometida, e as sua afirmações desatinadas caem por seu próprio peso. Há demasiada invenção, demasiada maldade, demasiada perversão para que sejam ao menos verossímeis. Indubitavelmente foi o Sr. Dumont quem primeiro executou o vôo em um aeromodelo de propulsão própria. Mas do que isso, sob controle e por um tempo razoável. Enquanto os Wright arremessaram um aeromodelo por uns três minutos (e sem testemunhas), o que equivale a dizer que uma pedra arremessada por uma catapulta está “voando”.
Desde então, sabe-se que pipas e folhas de papel – e até pedras, desde que lançadas com suficiente força – também “voam”, mas nem por isso são aviões. É evidente que o progresso em qualquer área sempre é produto dos avanços de muitos. Mas é evidente, também, que sempre existem aqueles que, a partir dos acúmulos anteriores, dão a virada para um outro patamar, outra fase do conhecimento, da tecnologia e da ciência, a bem dizer, da história.
Esse é o caso de Santos Dumont. Ao mesmo tempo em que negam a existência de um pai da aviação, “lesmas edipianas reivindicam, servis aos chauvinistas ianques”, a paternidade do primeiro vôo para os Wright. O que eles querem é precisamente destituir o pai, Santos Dumont e colocar aquela parelha de vigaristas no seu lugar. Em remate, o pioneirismo de Dumont, na aviação, é algo que não se pode jamais esquecer. Mas como toda a história de inventos, de trabalhos e de amor à arte tem o seus Wilbur Wright da vida, não se deve esquecer a lição deixada pelo nosso grande sonhador: “Os pássaros devem experimentar a mesma sensação, quando distendem suas longas asas e seu vôo fecha o céu…Ninguém, antes de mim, fizera igual”.
Que o exemplo da grandeza de homens destemidos, seja constante no pensamento e na ação das novas gerações. E que não percamos a nossa identidade e saibamos que Santos Dumont, o nosso Ícaro, é, sem dúvida alguma, o Pai da Aviação.

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