VERMELHO

Eu tenho lenços vermelhos,
No meu jardim, nasceu rosa.
Os lábios poderiam ser…
De alguma forma estamos cheios.
Estamos cheios de amor no coração!
E quando estamos no vermelho?
O vermelho não cumprimenta a todos.
Quem convencionou?
A quem pertence tal autoria?
Vermelho, a cor do sangue.
Cor, para muitos, da dor.
Em tempos de glória vermelho pode ser a cor.
Quando tragédia volta a ser dor.
O vermelho corre rápido nas veias,
– Está vivo, está cheio de amor para dar.
O tapete do seu casamento…
A ênfase do seu sangramento, simplesmente vermelho.

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Sobre: RICARDO SENEE

RICARDO SENEE, natural de Januária-MG. Jovem dedicado às leituras. Gosta de escrever, tocar, compor belos poemas. Suas inerências: filósofo, teólogo, músico, poeta, escritor nato, comunicativo, ator. O jovem tem uma destreza perfulgente que cativa qualquer um.

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