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The Gods Must be Crazy – Os deuses devem estar loucos: o filme

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O que era para ser uma comédia simples acabou caindo no gosto de todos nós, sempre tendo aquele (a) que odiaram o filme (e não tem sempre?). Quando assistimos ( o grupo águia em particular ), o vimos apenas como uma comédia simples e divertida, com situações muito estranhas. Assistíamos com olhos não tão perceptivos. Mas de repente, o enredo prende a nossa atenção, quando nos coloca diante do modo de vida – do nosso ponto de vista, quase insustentável – de um povo chamado de bosquímanos (ou Khoisan), que por sua vez, vivem no deserto do Kalahari, na África.

O filme mostra uma tribo de bosquímanos africanos que encontra um objeto estranho – garrafa de coca-cola – e o consideram como um presente dos deuses. Eles desconhecem sua finalidade, e começam a manipulá-la de diversas formas, o fato é que não sabiam mas desenvolver suas tarefas de costume, sem o auxílio daquele objeto. A garrafa interfere, de forma negativa, nas relações da tribo, e um deles resolve devolvê-la aos “deuses”. Qual a mensagem que o diretor quer nos deixar?

Bem, a estória desenvolvida no filme, é um exemplo perfeito para se fazer/encontrar ligações com a nossa cultura, nossa cotidianidade, com nossas vivências, com nossos valores.

O filme, aos poucos, tendo como referencia este povo no continente africano, começa nos levar a pensar como a vida vai ficando mais complicada, como cada vez mais e mais coisas novas vão surgindo e fazendo com que nos adaptemos a elas. E essa reflexão, é ilustrada na trama central que se remonta sobre o personagem Xi. Um bosquímano para quem a vida é simples, assim como para sua tribo, até que um dia os “deuses” ( segundo suas tradições milenares ) enviam um presente dos céus. Uma garrafa de Coca-Cola! Sim, imagina se você nunca tivesse visto vidro trabalhado antes, como ficaria surpreso.

Primeiramente, Xi é proveniente de uma comunidade alegre, onde existia diálogo, amor, amizade, cooperação, todos os valores positivos que existem, poderiam ser acrescentados. Com a queda da garrafa, os membros deste povo começaram a entrar em conflito uns com os outros, pelo fato de a garrafa servir para todo o tipo de tarefas e todos a quererem possuir ao mesmo tempo (todos ambicionavam tê-la), os valores formados e implementados primeiramente começaram a transformar-se no oposto, deixando de existir união naquela comunidade.

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Pois é, o “presente” gerou discórdia entre os bosquímanos, acostumados a dividir tudo, pois sempre tinham de tudo que precisavam, através da natureza. Mas, agora, só há uma garrafa para toda tribo.

Com isso, o diretor Jamie Uys, faz uma crítica ácida ao modo de vida ‘fast-food’ da sociedade moderna/pós-moderna.

Ao contrário dos bosquímanos, que não se preocupam com o futuro, não questionam o passado, não são dominados pelas paixões como o ódio, o ciúme e a inveja, o humano do ocidente parece ser incapaz de distinguir o bem do mal, através do emprego da inteligência e do livre arbítrio, atributos inerentes ao ser humano. A inteligência mal usada, não poderá, jamais, expressar um valor corretamente, por isso os ocidentais deveriam utilizá-la filtrando suas ações e manifestações também através dos critérios do coração, como fazem os bosquímanos.Assim, estariam aptos a encontrar a verdade sobre si mesmo.

Se espelhar nessa forma de inteligência de vivencia dos bosquímanos, sem duvida alguma, promover-se-ia o desenvolvimento das qualidades fundamentais para a realização desses valores, que se encontram desfalecidos em meio ao avanço desenfreado da globalização. Por isso esquecem-se de sua essência espiritual.

Jamie Uys, também parece evocar uma reflexão sobre a cultura ocidental, onde as pessoas estão vivendo mecanicamente, sempre muito apressadas, preocupadas somente em ter, possuir, adquirir e consumir. Ter roupa da moda, o carro do ano, beleza física, uma polpuda conta bancária, freqüentar os lugares mais famosos. Enfim, consumir, cada vez mais, para poder competir com os outros, que pensam igual a elas. Tornam-se insensíveis e por isso não percebem, nem respeitam as necessidades, os sentimentos, direitos e sofrimentos alheios.

Assim, apesar de terem tudo, continuam vazios por dentro, cada vez mais infelizes, deprimidas, tendo de recorrer a medicamentos e tratamentos, para tratarem e sentir-se melhor. Não percebem que o que lhes falta, não se compra. O que nos prende são verdadeiramente as virtudes. A paz que buscamos não encontramos nos shoppings. Conseguimo-la, através da consciência tranqüila, de quem vive consigo mesmo e com o mundo, isto é, daquele que é sensível e por isso percebe que ao seu redor existem tantas outras pessoas, que sentem e necessitam o mesmo que ele.

Quando o diretor faz esta análise, é para prestarmos atenção sobre como outras culturas vivem e dizem muito a respeito da nossa. Ele nos mostra, que para ser feliz, não precisamos medir muito esforço, nos  adverte que a vida é simples, nós é que complicamos ela. Zelarmos pelos  valores humanos, que hoje, estão empoeirados na estrada da vida, perceberemos que os resultados serão positivos e beneficiariam a muitos. O diretor tenta transmitir esta mensagem.

 

 

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