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Desde de os  tempos antigos, os homens procuram o domínio contra e sobre o seu semelhante. Vemos que, segundo a Bíblia Sagrada, o homem antigo se prostrara diante do intento de erguer a grande torre de Babel. Plano este frustrado pelo desígnio Divino. Mas, este mesmo espírito  paira sobre a atualidade. A bem da verdade, nunca se apartara dos mortais. Espírito de grandeza, soberba e orgulho!

Há um tempo atrás, observei um pouco da história da construção da grande muralha da China. Intento que durara mais ou menos uns quatrocentos anos. Neste intervalo, multiplicaram-se as dinastias, assim como o sangue derramado, suor e lágrimas. Quando um trabalhador morria de exaustão, devido à distância em que se encontrava de sua terra natal, o seu corpo era usado como argamassa para a calafetação e pavimentação da muralha. Então, quando milhares de milhares de turistas ou não turistas passeiam por cima da exagerada obra e sentem as brisas roçando seus rostos, na realidade, estão calcando em cima das tumbas de milhares de milhares de irmãos desafortunados que jazem em o gigantesco e único cemitério longitudinal.

Há pouco tempo, fora divulgado por uma emissora de TV aqui do Brasil (haja vista que não vale a pena citar ou eternizar o nome da tal nos anais da literatura) um programa sobre as grandes misérias no mundo. Um dos tais, como de praxe, era sobre a África. Aliás, falou-se em miséria, associa-se tudo abaixo da linha do Equador.

Em muitos países deste imenso continente, misturados, loucura,  fanatismo, intolerância, ignorância entre tantos outros atributos negativos, chefes e líderes tribais dominam vassalos com crenças inúteis. Mas, carregadas de cultura secular e estupidez milenar. Uma delas, a qual me chamou atenção, é a de que ao se construir um prédio, faz-se necessário que se enterre uma dúzia ou mais de cabeças decapitadas de crianças para trazer boa sorte dos espíritos e prosperidade ao investimento imobiliário. Então, o índice de crianças desaparecidas e ou mortas está à níveis alarmantes. Está em decolagem exponencial crescente no território de ébano. A miséria no entanto, viaja nas estrelas.

Chega-se então à peleja: Você em sã consciência, busca o poder ou as riquezas? Outra oposição de ideias instigante. PODER & RIQUEZA! Ter riqueza é a mesma coisa que ter poder? Ou vice-versa? Os dois estão ligados? São independentes? Ou coexistem de forma pacífica? Ou não? Ufa!! Vai saber…

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Um exemplo de poder pelo poder, Mandela. Líder africano, condenado, preso um terço de sua vida, alimentava e retroalimentava o poder sobre as massas com suas cartinhas e cartilhas. Refletiu em vários países do mundo a sua história. Sai da cadeia, começa então a nadar em ouro. No entanto, a maioria do povo africano se atola e se afoga na miséria até aos dias atuais. Assim, Mandela idealizado e criminoso tem mais serventia e, se distancia do Mandela concretizado e livre.

A pergunta célebre de Maquiavel atravessa feito seta os séculos. “Qual é o melhor: Ser honrado e desprezado ou ser temido e respeitado?”. Entende-se então que muitos podem pensar que o que as pessoas procuram são riquezas. A realidade é que muitas dariam tudo o que tivessem às mãos para conseguir o poder. Poder de decisão. Ou seja, é como uma potente droga proibida, ilícita, maldita possuir o poder, o comando de influenciar e transformar o destino de outras pessoas subordinadas para o bem e ou para o mal.

Deduz-se assim que é melhor comandar ou ser comandado? Há quem goste de um ou de outro. A questão seria a finalidade. Sim, a finalidade. Se eu comando, qual a vantagem e desvantagens de eu lhe dominar? Se eu sou comandado, qual a vantagem e desvantagens que você leva sobre as minhas costas?

Cá entre nós, ter o poder muitas vezes é melhor. Todavia, a cobrança será ainda maior. Certamente, trará dores de parto. Abster-se do poder deve ser muito bom. Pois, exime a pessoa de certos problemas e desconfortos inerentes ao poder decisório. No entanto, esta não sairá do lugar. O poder insufla as conquistas e as mudanças.

A história está repleta de exemplos desta eterna guerra de interesses. Não caberia nestas poucas divagações. Entretanto, por trás das obscuras fachadas dos meros mortais, escancara-se à luz os contrastes ocultos reais dos movimentos de nomadismos dos filhos dos homens. Será matéria de profundas análises e altercações no futuro. Passará por tempo e espaço e pessoas como Canudos, Antônio Conselheiro e Floriano Peixoto; como o complexo do Alemão, o “Alemão” do CV (Comando Vermelho) no Rio de Janeiro e o BOPE; como a Amazônia, o MST (Movimento Sem Terra) e Chico Mendes; como a Casa Branca, John F. Kennedy e Marilin Monroe; como Brasília, a operação Monte Carlo, o Mensalão, o PT e o Lula.

Afinal, ficará claro porque ninguém mais está tocando no nome de Amy Winehouse. Mas, não se cansam de falar e lembrar e tocar e produzir e celebrar sobre o nome de Jimi Hendrix.

 

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Sobre: Adriano Taciano

Latino; Brasileiro; Mineiro; Belorizontino; Estudante (graduação superior tecnológica em Gestão de Recursos Humanos); Poeta e escritor; compositor e músico autodidata.

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