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Tarifas de pedágio em SP serão ‘descongeladas’ neste ano, comenta Leônidas Herndl

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Após o congelamento de tarifas nas rodovias paulistas, no ano passado, o mercado teve dúvidas sobre como seriam os reajustes de 2014. A incerteza começou durante os protestos populares contra o aumento de tarifas de mobilidade urbana, no ano passado. O fato é comentado pelo empreendedor Leônidas Herndl. Na época, o governo do Estado de São Paulo publicou no “Diário Oficial do Estado” (em 25 de junho de 2013) o cancelamento do reajuste anual que estava previsto.

De acordo com os contratos, a elevação dos preços de pedágio deveria entrar em vigor em julho do ano passado e deveria seguir a inflação anual acumulada entre junho de 2012 e maio de 2013 – que ficou em 6,2%. Hoje, os investidores já trabalham com o cenário de reajustes retomados em 2014.

A Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp) informou ao Valor, por meio de sua assessoria de imprensa, que o aumento das tarifas de pedágio será aplicado, conforme previsto em edital, no dia 1º de julho – considerando a inflação dos últimos 12 meses. Segundo Leônidas Herndl, o caso pede cautela.

O cálculo a ser usado seguirá o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que atualmente está em 6,15% (em um ano). Entretanto, ainda restam dúvidas sobre o tamanho do aumento a ser aplicado para cada concessionária. Isso porque, diante da decisão de “congelamento” de preços nas praças de pedágio em 2013, o governo estadual anunciou diferentes medidas para compensar as concessionárias e manter o chamado equilíbrio econômico-financeiro dos contratos. Uma delas foi autorizar a cobrança do eixo suspenso de veículos pesados. Outra foi a redução do ônus variável, que é o percentual do faturamento a ser pago pelas concessionárias ao Estado, de 3% para 1,5%.

As compensações foram bem recebidas pelo mercado, por dar proteção aos contratos, mas agora não se sabe ao certo se as medidas ajudaram as concessionárias abaixo ou além do necessário. Segundo os analistas Bruno Savaris e Felipe Vinagre, do Credit Suisse, há uma negociação hoje entre Artesp e concessionárias porque – sob uma análise preliminar da agência – a compensações teriam ajudado as empresas mais do que necessário.

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A análise da Artesp será concluída em junho. Dependendo do resultado da análise sobre cada concessão, o reajuste de 2014 pode ser abaixo, igual ou maior que a inflação. Para o Credit, CCR e Arteris podem sofrer reajustes abaixo do índice, enquanto a EcoRodovias teria um benefício maior. A Artesp não confirma a possibilidade de reajustes diferentes da inflação. Uma das questões em análise para a definição dos reajustes é a autorização que foi dada para cobrança de eixos suspensos.

Como cada eixo conta como um veículo, a medida inflou os números de tráfego das concessionárias. “Em relação ao eixo suspenso, ainda estamos fazendo análises. É uma medição difícil”, afirmou recentemente Marcus Macedo, da equipe de relações com investidores da CCR, em teleconferência com analistas.

Segundo ele, há possibilidade de os efeitos terem sido negativos. “Existem efeitos de fuga e até de troca de carreta, já que agora o suspenso é cobrado. Precisamos de tempo para essa análise, o período até agora foi curto. Temos confiança que assim que os estudos tiverem sido realizados, vamos fazer o cálculo apropriado e as compensações apropriadas ocorrerão”, disse.

Com informações do Jornal Valor.

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