Risoleta Neves – Por Andrea Neves

Estava com minha avó quando ela viu chegar um fax pela primeira vez.

Ela me olhou perplexa e perguntou: como é que pode?

Eu respondi: não sei.

E não sei até hoje como é possível.

Estava também com ela, anos antes, quando ela inaugurou o serviço de ligações interurbanas em Claudio, pequena cidade mineira, sua terra natal.

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Na foto, ela faz a primeira ligação e eu, quase embaixo da mesa, certamente não entendia nada.

 
Risoleta e Andrea

Poucas décadas separam um momento do outro.

Mudanças demais, em tempo de menos.

Em velocidade cada vez maior as coisas vão tomando, umas, os lugares das outras e a gente vai se atrapalhando, sem saber direito qual é o nosso novo lugar.
Sem saber direito o que fazer com as nossas lembranças e referências.

 

CHAPEUZINHO VERMELHO

Pensei nisso quando li na Folha de São Paulo desse domingo uma história deliciosa ocorrida com o Governador Geraldo Alckmin:

 

“Era uma vez

Com o Palácio dos Bandeirantes repleto de crianças, na sexta-feira, Geraldo Alckmin lia texto a ser divulgado no plano de busca de menores desaparecidos:

– Vocês conhecem a história do Chapeuzinho Vermelho? Lembram que o Lobo afasta Chapeuzinho do caminho para a casa da vovó e a história quase acaba mal? Pois é… Lobo Mau não existe, mas pessoas más, que levam crianças para longe de seus pais, sim.

Um garoto de 7 anos, intrigado, perguntou:

– Quem é Chapeuzinho Vermelho mesmo?”.

 

REFERÊNCIAS

Em outras palavras, sou do tempo da Chapeuzinho Vermelho.

 

Fonte: http://andreaneves.com/site/risoleta-neves/

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