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Quem mandou alisar…

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A vida inteira, tive problemas para domar meu cabelo. O danado cresce, aos milhões, bilhões, completamente liso nas raízes – só que de repente ele fica ondulado; depois de ondular, ele frisa; depois de frisar, ele cacheia; e depois disso tudo, ele me põe doida. É tanto cabelo que ele acaba ficando excessivamente volumoso, dum jeito que não me deixa nem sequer cogitar a hipótese de deixá-lo solto – não tem portão de estádio por onde eu passo se fizer uma coisa dessas. Solto ao vento, ele parece um tufo de mato seco voando pelas areias escaldantes do deserto; e quando o vento passa, ele continua fazendo o cosplay de mato seco voando ao vento. Sim, depois que o vento para. Estava sempre preso, úmido (de propósito) e afogado em creme, numa tentativa mais-que-desesperada de mantê-lo minimamente baixo sem sufocar quem passasse por mim na calçada. Pior que o Floquinho, da Turma da Mônica.

E um dia, minha paciência praquela personalidade bandida (armada) se acabou e parti pro salão de um cabeleireiro que já conhecia. A cliente daquele horário ainda não havia chegado, então me sentei no sofá e chamei ele: “vem aqui, vamos conversar”. Ele deu uma risadinha, pois já sabia do que se tratava. “Tá querendo alisar, num tá?”. A única resposta possível a ele era: “prancha essa desgraça, que não aguento mais esse visú de sombrinha”. Eu era muito magrela e, quando deixava o cabelo solto, ficava parecendo com uma. Mal sabia eu que ia precisar de cetoconazol em quantidades cavalares depois dessa decisão…

Fios cozidos

Marquei um horário, o primeiro disponível, e voltei lá no dia combinado, totalmente disposta a mudar o visual e a ter um pouco de paz na vida e no coração (ok, ando meio dramática). E não sei se é porque estava pressentindo mudanças no ar, mas meu cabelo estava particularmente comportado naquele dia. Fiquei em frente ao espelho um tempão olhando pra ele sem entender o que eu tinha feito pra ele ficar daquele jeito – mas como já havia acontecido algumas vezes em outros tempos, sabia que não era uma mudança definitiva. “Naaaaão, seu safado… não vou cair nessa. Hoje você fica liso”.

Sentei na cadeira do lavatório, onde lavaram os fios com shampoo antiresíduos – aquele que faz o fio cantar de tão limpo. Deram uma breve secada e meu cabeleireiro veio com um potinho, pincel e luvas. Separou meu cabelo em mechas e foi passando o creme que estava no pote em uma por uma. Levou um tempão! Mas quando acabou, me deixou de molho na cadeira da salinha de espera. “Daqui a 40 minutos, eu te chamo pra gente tirar o creme, ok?”. Ainda bem que tinha televisão na salinha; nunca gostei daquelas revistas de moda que todo salão tem. Se bem que não faria muita diferença, porque estava passando um programa matinal de entrevistas que não me agrada nem um pouco… Sobretudo porque falavam de tratamentos de beleza e uma entrevistada disse que precisou usar shampoo com cetoconazol depois de um alisamento que havia feito. Já fiquei meio cismada, sentindo o creme na cabeça.

O tempo passou, tirei o creme, finalizamos o processo e me vi com os fios lisos, sedosos, brilhantes, macios, hidratados, ma-ra-vi-lho-sos!

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Vida que muda

Saí do salão me sentindo a própria Valeska Popozuda: divando geral e mandando beijinho no ombro “prazinimiga”. O vento agitava os fios e eles dançavam suavemente – e o mais legal: voltavam depois que o vento passava! Que tu-do!!

Mas uma coisa meu cabeleireiro não disse: eu teria que lavar o cabelo com mais frequência. Quando estava cacheado, mesmo preso ele ventilava bem junto das raízes, mas agora que os fios estavam rentes ao couro cabeludo, essa ventilação diminuiu dramaticamente. Acabei errando feio nos intervalos entre uma lavagem e outra e tive uma espécie de fungo no couro cabeludo. Nem lavando com shampoo de zinco dava certo, pois não era caspa – era realmente um fungo. Tive que apelar para shampoos clínicos de cetoconazol para resolver o problema, já que ficar coçando a cabeça pela rua afora não estava nada “diva”. Mas claro: orientada por uma dermatologista.

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