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O Sionismo e suas consequências histórico-culturais

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De acordo com o dicionário online “inFormal”, “SIONISMO é um termo composto por SION + ISMO. SION, ou Sião, é um monte em Jerusalém, e ISMO significa “modo de pensar”, ou seja, a palavra indica uma visão-de-mundo ligada a Sião, ou melhor, a Jerusalém e à Terra de Israel.”

Entretanto, para podermos compreender melhor, devemos voltar onde tudo começou: O Gênesis.

“Ora, o SENHOR disse a Abrão: Sai-te da tua terra, da tua parentela e da casa de teu pai, para a terra que eu te mostrarei.” – Gênesis 12:1

De acordo com o antigo testamento, Deus dá ordem a um homem chamado Abraão para que este ainda jovem saia de sua terra natal e vá para um lugar ainda desconhecido o qual Deus lhe mostraria. Este fato, de acordo com alguns estudiosos pode ter ocorrido entre 1812 a.C. e 1637 a.C. Este lugar seria, Canaã, terra que era ocupada por algo em torno de 10 nações entre elas os Amorreus e os Filisteus. Segundo a narrativa bíblica, Abraão e seu irmão Ló andavam por Canaã e iam construindo altares a Deus até que em certo ano, tendo eles já muitos gados e riquezas, decidiram se separar. Ló foi para a direção leste pelos vales do Jordão e Abraão ficou em Canaã. Ali, Abraão foi muito abençoado e crescia, teve dois filhos: Ismael e Isaque.

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Novamente houve uma separação, entre Ismael e Isaque, o primeiro foi para o lado do deserto do Egito, já Isaque permaneceu em Canaã. Isaque também prosperou e teve dois filhos, Jacó e Esaú. Durante a narrativa de Gênesis, há uma rixa entre os irmãos e eles se separam. Esaú vai para as terras de Ismael (nascia aí os Edomitas, pois viveria em Edom) e Jacó vai para a região da Síria, onde se casa e tem um encontro com Deus, o qual o rebatizaria com o nome de “Israel – Aquele que luta com Deus”, daí surge os israelitas.

Voltando à terra de seus pais, Canaã, Jacó já muito próspero tem doze filhos, entre eles José. Enquanto isso, Esaú ia aumentando a suas terras ao longo de Nabateu, lugar onde hoje é a Jordânia.

Os irmãos de José entram em contenda e José parte para o Egito, onde se torna governador e posteriormente recebe seus irmãos para abrigá-los de uma forte onda de fome que assolava Canaã.

Durante a estadia dos israelitas no Egito, os povos que viviam em Canaã foram se fortalecendo, e os povos que viviam fora de Canaã (os filhos de Ismael e Esaú) também.

Entramos no primeiro Êxodo da história dos Israelenses, o qual segundo a Bíblia foi liderado por Moisés. Eles voltam à Canaã depois de cerca de 500 anos no Egito e reconquistam aquela terra, lutando contra as nações que foram se desenvolvendo ali e formando a nação de Israel.

O tempo passa e Israel sai do julgamento de seus juízes e se torna um reinado, seu Rei Salomão faz grandes conquistas e alianças de paz e por volta de 913 a.C. o reino de Israel é divido em duas partes, Reino do Norte (Israel) e Reino do Sul (Judá). Enquanto isso, as outras nações iam se desenvolvendo ao redor de Israel e Judá.

Em 730 a.C. o rei Salmanaser V da Assíria invade e põe um fim ao reinado dos israelitas no Reino do Norte, massacrando-os. Os que sobreviveram foram dispersos por toda o que hoje é conhecida como Europa e Oriente Médio, restando apenas o reino de Judá. No ano de 609 a.C a Babilônia absorve a Assíria e empreende campanha contra Judá. Em 597 a.C. Jerusalém, capital de Israel é invadida, saqueada e destruída pelos babilônicos e Zedequias, seu último rei, é deposto e enviado para o exílio na Babilônia, juntamente com seu povo.

Durante o Exílio, cresceu entre os exilados a ideia de remanescentes de Judá, os judeus. A Palestina (região onde ficava Israel) foi sendo povoada por uma mescla de povos, os samaritanos, que apesar de árabes tinham uma cultura um tanto quanto diferente dos judeus.

Quando foram autorizados à retornarem à terra em 538 a.C. no reinado de Ciro II, encontraram os samaritanos vivendo ali e iniciou-se uma inimizade entre os grupos.

Os judeus foram reconstruindo seu espaço e aprendendo a lidar com os povos a sua volta, seja com violência ou não, até que em meados do século I a.C. Roma intervém na região da Palestina sob o discurso de estabilizar politicamente a região. O general Pompeu em 63 a.C. conquista a Judéia da mão dos israelitas e a anexa ao território romano. Em 66 d.C. a pressão sobre os judeus aumenta gerando conflitos e rebeliões armadas em todo território que eclodiu com a recaptura de Jerusalém e Judéia por Simão bar Kokhba, em 132. Três anos depois, Adriano o Imperador de Roma invade a Judéia e massacra todos os habitantes, forçando os que não morreram a emigrar pelo mundo, o que ficou conhecido como Diáspora.

A Palestina e Cisjordânia, antigos territórios israelense, foi centro de muitas batalhas entre árabes e romanos. Os árabes incentivados pelo Islã alegando possuir o que os judeus tomaram e os romanos querendo defender o território recém-conquistado. Até que em 638 d.C. o império Turco torna efetivamente a Palestina numa província turca, abrigando algumas minorias judaicas em seu território e convivendo em certo clima de paz.

Entendendo o Sionismo

Apesar de o povo judeu estar disperso pelo mundo e de certa forma prosperando, sempre esteve na mente e no coração daquele povo um carinho pela terra prometida.

Havia entre eles, tradições que foram passadas de geração a geração como a de se enterrar seus mortos nas antigas cidades judaicas da Palestina, de observar a páscoa e datas marcantes do calendário judaico. Tendo este pensamento em mente e movido por uma corrente de filósofos e políticos, algumas pessoas importantes começaram a surgir com a ideia de um sionismo, uma volta para o território dado por Deus.

O que eles não esperavam era que alguns judeus – principalmente aqueles que já tinham estabelecido suas vidas na Europa – não queriam voltar para o oriente médio.

A ideia de ter que disputar um território que já vinha sendo ocupado por outras nações soava muito trabalhosa, um tanto quanto difícil. A maioria dos grupos judeus espalhados pelo mundo era, a princípio, contra uma emigração para a Palestina.

Foi nesse contexto conturbado que surgiu um advogado judeu, Theodor Herzlnascido em Budapeste que tinha ambição de se ver cumprir o tão famoso sionismo.

Algumas reuniões incluindo líderes de grupos judaicos foram feitas em Munique, Alemanha em 1890, porém não chegavam a acordo nenhum. O começo do êxodo judeu aconteceu após a primeira guerra mundial, onde a preocupação com o futuro incerto numa Europa pós-guerra falou mais alto.

A primeira leva começou a chegar por volta de 1881 trazendo poucas pessoas para viverem dentro da Palestina de forma provisória no meio de uma multidão de muçulmanos árabes.

O clímax do sionismo se deu durante e após a segunda guerra mundial. O temor pelo nazismo de Hitler na Europa fez com que os grupos antissionistas revissem a situação. Milhares dos que conseguiam fugir do horror do nazismo corriam para a Palestina e, depois da guerra, o fluxo de emigração cresceu exponencialmente. Movidos pelo medo, os judeus começaram a aumentar de número na Palestina, principalmente nas cidades sagradas.

A recém-criada ONU (Organização das Nações Unidas) precisava realocar esse povo que clamava pelo direito dado por Deus de tomar controle novamente daquele território, o que conseguiu. Em 14 de Maio de 1948 a ONU criou o Estado de Israel e finalmente eles puderam ser chamados de israelitas novamente. Contando com o apoio da maioria dos países, Israel criou muitas inimizades por conta disso. Os grupos árabes antissemitas começaram a se unir e a rebelar-se contra o Estado de Israel, e um dia após ser declarado um Estado oficialmente, os inimigos da região lançaram um ataque poderoso tentando enfraquecer ou destruir Israel.

Mas não obtiveram sucesso. Israel como já dito anteriormente tinha ganhado o respeito de vários países como os EUA e a Inglaterra. Em (ano) uma união entre vários países muçulmanos declarou guerra ao Estado de Israel, estavam envolvidos entre eles Egito, Jordânia e Síria, Iraque, Kuwait, Arábia Saudita, Argélia e Sudão. Israel mais uma vez ganhou a guerra em um período tão curto que ficou conhecida como “A guerra dos 6 dias”.

As consequências do sionismo são vistas até hoje, o conflito entre grupos radicais islâmicos e Israel são frequentes. Não obstante Israel não seja um país terrorista, as agressões sofridas por seus vizinhos que não aceitam e não reconhecem esse povo como o de direito são muitas, haja em vista os inúmeros grupos terroristas nascidos naquela região.

Porém, o sionismo foi importante não só para o povo judeu, mas para o mundo como um todo. Israel é hoje uma forte potência militar e de longe o país mais desenvolvido daquela região, com tecnologia de ponta e uma indústria de turismo que cresce como nunca.

O atual conflito Israel-Hamas reflete com clareza as consequências do sionismo para a sociedade atual, até a data de escrita deste artigo, foram mortos mais de 2 mil pessoas no conflito em 2014.

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