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O ópio do povo, ainda.

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Vários articulistas da imprensa estão analisando como maldosa, ou no mínimo pouco cuidadosa, a elaboração da recente pesquisa do Datafolha sobre religiões. Alguns jornalistas, analisando a pesquisa, consideram que algumas questões induzem o leitor a interpretações errôneas e preconceituosas.
Na verdade, é de e espantar que um órgão tão importante incorra em descaminhos tão grotescos.
Em relação ao candomblé, por exemplo, a questão é colocada de maneira provocativa uma vez já se sabendo que é a religião mais discriminada, tanto pelo povo em geral como pelas outras religiões (com raríssimas exceções, é claro). No entanto, por mais que haja deturpações em sua prática ritualística, a tradição e a mitologia afro é uma das mais ricas e interessantes do mundo. A cosmogonia daquele universo é capaz de levar o estudioso a embarcar nas mais fantásticas interpretações.
Em relação ao islamismo, a questão da pesquisa é também totalmente indutiva, levando o leitor a considerar que todo muçulmano é um terrorista em potencial. As pessoas de bom senso sabem que isso não é verdade. A sharia (lei islâmica) não estimula a violência. Não há uma “guerra santa” – jihad, em árabe- A tradução correta dessa palavra é “esforço para conduzir os preceitos do Corão”. Então, se há muçulmanos que praticam o terrorismo, isso acontece no seio de qualquer outra religião. O terrorismo é, antes de tudo, um ato violento inerente a qualquer criatura humana. O que reforça a idéia de terrorismo (nesse caso) é o enfrentamento entre duas culturas importantes, com problemas milenares mal resolvidos: a judaica e a muçulmana-árabe, que lutam por um espaço territorial e não por uma ideologia religiosa.
Quanto ao judaísmo, é notório que os judeus (e não o judaísmo) visam lucros exorbitantes e imediatos em seus negócios, mesmo que isso não esteja prescrito no Talmud (embora alguns afirmem que sim). O judaísmo se tornou símbolo de capitalismo e consequentemente de poder, por isso passam a acumular rancores entre muitos, sobretudo com os muçulmanos menos poderosos, com quem travam enfretamentos milenares.
Referindo aos petencostais (ou neo-cistãos) sabe-se que grande parte dos pastores são dissimulados, dissuadindem seus fiéis a fazer o que eles bem quizerem. Mas não se pode generalizar, coisa que a pesquisa leva a se fazer. Assistimos, nos últimos anos a muitos pastores e líderes enriquecendo numa rapidez astronômica à custa da ignorância (ou do que chamam de fé), do “rebanho” simples, impotente e estúpido.
A Igreja Católica, por sua vez, também incorre nesse erro, além de ter sido culpada por massacres, assassinatos em nome da Santa (diabólica) Inquisição. Ela é culpada pelo atraso cultural do povo brasileiro a quem impôs, desde a colonização, uma catequisação-doutrinamento, ao invés de educação de verdade.
Entretanto, com todos esses estragos causados às sociedades pelas religiões a pesquisa do Datafolha só colabora para o acirramento de ânimos entre as diversas culturas e sociedades que compõem as diversas ideologias mais complexas a que chamamos de religiões.
A grande verdade é que as religiões são um grande, talvez o maior, instrumento de poder. Ela não serve para mais quase nada. Seus líderes lanam mão de se atributo chamado FÉ, a qual leva o indivíduo a olhar apenas numa direção e ainda com uma venda posta sobre os olhos.
Daqui a algumas horas chega ao Brasil Bento XVI, o grande líder religioso. Ele vem tentar consolidar seu poder sobre o maior “rebanho” de cordeirinhos do mundo. Como a visita de outros papas ao Brasil (João Paulo II veio aqui duas vezes, pelo menos) o país nada mudou. Com a visita do “santíssimo” Bento nada mudará. Apenas a opinião pública omitirá ou se esquecerá por alguns dias do desemprego, da fome, da violência, da má administração pública e da corrupção pela qual passa a nação brasileira.
A santificação de Frei Galvão não trará qualquer benefício, a não ser para alguns clérigos ou para aqueles que possuem “a fé cega e doentia”. Suas “pílulas” de papel e palavras latinas não vão curar nem a aids, nem o câncer, nem a tuberculose, nem a dengue, nem a malária, nem gripe, nem dor de cabeça.
Enfim, esse frenesi provocado pela visita de Bento apenas vai servir para se esquecer por um curto tempo a miséria por que passa o povo brasileiro.
Assim, pode-se continuar concluindo que Karl Marx tinha razão: “A religião ainda é o ópio do povo”.

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