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Nas idas de 1980

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Lembro bem como eram as coisas lá na década de 1980. A gente achava que vivia em tempos modernos só porque existiam elevadores com musiquinha, mainframes horripilantemente gigantescos operando montanhas de dados nas centrais de informática, vale-transporte em papel e TV a cores. Quando me lembro, dá vontade de rir! Quero dizer, na época, aquilo tudo era o mais moderno que havia, mesmo. Mas se a gente soubesse como seria hoje… acho que daria até um certo tédio.

Precisava ver como era imprimir um trabalho. Só gente chique fazia isso! Os mortais datilografavam nas boas e velhas máquinas de escrever – só quem tinha uma. Se não tivesse, entregava manuscrito mesmo; ou contratava alguém pra fazer a transcrição para aquela letrinha parecida com a Times New Roman de hoje. Viajar em família era a coisa mais insólita, também. Os carros daquela época eram feitos para durar, mas tinham metade da potência dos de hoje. Quando a família resolvia ir em peso para algum lugar, cada casa ia no seu carro, não existia isso de aluguel de vans.

A cada quilômetro vencido, um carro arriado

Carro quebrado

Acha que as estradas daquela época eram asfaltadas? Como diz o Cumpádi: sabe de nada, inocente! Vixe, só as grandes rodovias tinham pavimentação, e andar por elas era a coisa mais chique do mundo! Essas entre cidades próximas, a maioria ainda era na base da terra, mesmo. Só os estados mais ricos tinham mais quilômetros asfaltados, o resto era de fazer todo mundo tossir tijolo por dias. Agora imagine o que era viajar com carros beberrões, cheios de gente, de malas e de lanches (sim, porque parada em estrada eram poucas) numa longa e interminável estrada de terra?

Haja suspensão… o carro sacolejava tanto que mesmo aqueles mais novos chegavam ao destino batendo lata à vontade, totalmente frouxos. Muitas vezes era preciso deixá-los em alguma oficina – sabe como é, para garantir que não iam se desmontar conosco dentro na volta.

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Mas voltemos à ida. Apesar dos trechos asfaltados, os de terra ainda estavam lá e os cascalhos de alguns às vezes cobravam seu preço. Quantas vezes um pneu saiu todo cortado de uma estradinha daquelas! Inclusive pneu novo! Pois é, os daquela época não tinham a tecnologia empregada hoje, eram resistentes mas nem tanto. Pouca coisa furava um pneu. As pedras daquela época furavam. E quando não furavam, eram tão exageradas que amassavam uma roda, e nessa de amassar roda, o pneu esvazia. Às vezes a suspensão é que não aguentava.

O bom de viajar em comitiva é que, se acontece um problema com o carro de um, tem outros quatro ou cinco junto pra dar um suporte. O problema era que, ao invés de cinco pessoas ficarem paradas na estrada, ficavam vinte. Muita vezes haviam crianças entre os passageiros – aí a coisa ficava complicada. Se a parada de emergência acontecesse um trecho ermo, então, piorava. E se fosse no verão, num trecho sem sombra, nossa! Olha, só quem viveu isso vai entender… que situação!

Ontem e hoje

Carro quebrado

Fico vendo essas famílias que alugam uma van e saem juntas em viagem. Vans confortáveis, com ar-condicionado, TV embutida, DVD… algumas até com joguinhos! Aí me lembro dessas caravanas que fazíamos vinte ou trinta anos atrás. Que diferença! São carros grandes, seguros, confortáveis, potentes o suficiente pra levar até a bagagem extra da sogra, o cachorro, a comida congelada que vão fazer na praia… enfim, levam tudo e o carro parece que nem se deu conta!

As estradas asfaltadas, lisas… ahn… ok, tem umas que só ficaram mais pretas, mas continuam com os mesmos buracos da época da estrada de terra, admito. Mas mesmo assim estão melhores para seguir porque se diferenciam melhor dos terrenos ao redor. Faixas pintadas, placas, bares e lanchonetes aos montes, rodovia com telefones de apoio para emergências – inclusive médicas. Ah, como as coisas estão diferentes…

Agora as crianças conseguem dormir durante a viagem porque o sacolejo ficou muito menor – e aquelas que não dormem podem jogar um game, ou ler uma revistinha, ou pegar um suquinho no frigobar. Ninguém precisa morrer de calor dentro dessas vans fresquinhas, nem dividir espaço com as malas e sacolinhas de supermercado (hehehehe! Acho que esse foi um dos poucos hábitos que não vi mudar de lá pra cá!). Hoje em dia sim a gente vive e convive com a modernidade.

É bem verdade que muita coisa mudou pra pior. Mas pelo menos as viagens – essas sim – melhoraram demais.

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