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Luiz Razia e a falta de patrocínio: F1 com um brasileiro apenas!

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O que era para ser o ano do nordeste na Fórmula 1 se tornou um grande pesadelo para quem estava eufórico com a estreia de Luiz Razia na categoria maior do automobilismo mundial. O baiano de Salvador esteve contratado pela modesta Marússia, ex-Virgin, mas, por falta de verba de patrocínio, teve seu nome cortado do grid, em 2013.

Razia já fez testes pela equipe e é muito elogiado pela cúpula que é responsável pela sua substituição. Ele já fez alguns testes na categoria que animaram pessoas do ramo. O piloto é vice-campeão da GP2, uma promessa do automobilismo nacional, que atualmente, vive um hiato de grandes valores. A categoria máxima dos esportes à motor também vive uma complicada época. Hoje, compram-se vagas da mesma forma em podemos comprar pneus em uma loja.

O Brasil na Fórmula 1

 

Razia ainda não começou a fazer parte de uma história de extremo sucesso em uma categoria que prima pela competência e engajamento. O Brasil é extremamente tradicional quando o assunto são corridas de carro. Internamente, há diversas categorias, com diversas motorizações e intensidades. Os investimentos, assim, aparecem. Na Fórmula 1, o caminho foi aberto por Emerson Fittipaldi, na década de 70, que também contava com José Carlos Pace, que foi vencedor inclusive, do GP Brasil de 1975.
A década de 80 pertenceu a outras duas figuras altamente marcantes: Nelson Piquet, tricampeão do mundo, polêmico, piloto que não levava desaforo para casa. O brasileiro conhecia como ninguém o acerto dos carros que pilotava. Era um mecânico de extrema competência. O outro é ninguém mais, ninguém mesmo que Ayrton Senna da Silva. O Piloto começou a brilhar na década de 80 e conquistou seu terceiro título mundial em 1991. O destino quis que sua vida fosse encerrada dentro de um Fórmula 1.

Barrichello e o primeiro brasileiro na Ferrari

 

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Ao passo que Senna terminava, Rubens Barrichello aparecia. Apesar do acidente que quase o matou um dia antes de Senna sofrer o acidente fatal em Ímola, Barrichello foi um dos maiores pilotos da categoria. Não venceu títulos, mas foi o primeiro brasileiro a guiar uma Ferrari F1. Barrichello seria substituído por Felipe Massa, que fez memorável temporada em 2008. Outros brasileiros estiveram na categoria, a maioria sem grandes momentos de brilho.

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Sobre: debora soares

Sou Débora, tenho 27 anos, sou carioca e estudo jornalismo. Adoro escrever e publicar textos e espero um dia ser reconhecida por eles. tenho muito orgulho de ter escolhido a minha carreira.

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