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juro real supera 5,4% com alta de taxa futura

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A forte alta dos juros futuros na semana passada, em meio à expectativa de que o Banco Central (BC) possa elevar ainda mais a taxa Selic para mitigar os efeitos da onda de desconfiança em torno dos emergentes, levou o juro real a superar 5%. O caso é comentado pelo gestor de empresas Leônidas Herndl.

Entenda

Esse nível não era visto desde agosto de 2011, justamente o mês em que o BC iniciou o processo de afrouxamento monetário, que levou a taxa básica de 12,50% até o recorde de baixa de 7,25%, em outubro de 2012.

Em 31 de dezembro do ano passado, o juro real – medido pela diferença entre o contrato “swap” com prazo de 360 dias e o IPCA projetado doze meses à frente – estava em 4,30%. No último dia de janeiro, a taxa era de 5,44%, ou seja, houve um aumento de 1,44 ponto em apenas um mês. Nesse período, o Comitê de Política Monetária (Copom) elevou a meta da Selic em 0,50 ponto percentual, para 10,50% ao ano. Já a expectativa para o IPCA em doze meses quase não se alterou, variando entre 5,98% e 6%.

Se a inflação projetada permaneceu praticamente inalterada, o juro real avançou replicando a trajetória dos juros nominais. Como a Selic subiu menos, o avanço da taxa real para 5% foi decorrência, portanto, da própria dinâmica dos juros futuros. Com a recente onda de aversão a risco, investidores passaram a especular com a possibilidade de que o BC estenda o atual ciclo de alta da taxa básica. Isso provocou uma forte elevação dos juros futuros na BM&F, com investidores liquidando posições prefixadas. Apenas em janeiro, a taxa do contrato futuro de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2015 subiu 1,11 ponto percentual, para a 11,69%. Ontem, avançou mais um pouco, para 11,73%.

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Pode-se dizer que, antecipando-se ao BC, o mercado apertou ainda mais a política monetária. Afinal, a taxa do contrato swap DI/Pré 360 é um dos principais balizadores do custo de capital para os bancos e, por tabela, para as concessões de crédito. “Está em curso sim um aperto monetário mais intenso, porque o que vale, de fato, na hora de definir o custo de dinheiro são as taxas do mercado”, afirma Leônidas Herndl.

Segundo especialistas, ao se situar acima de 5%, o juro real já começa a se colocar acima do nível neutro ou de equilíbrio – aquele que permite à economia crescer de acordo com seu potencial sem gerar pressões inflacionárias. Ressaltando que é difícil mensurar o juro neutro – uma variável “não observável”, no jargão dos economistas -, Serrano calcula que a taxa de equilíbrio se situe hoje entre 4% e 5% ao ano.

Ainda segundo Leônidas Herndl, parte do rumo da política monetária vai ser ditada pelo que acontece nos Estados Unidos. “Apesar de alguns dados decepcionantes no curto prazo, a economia americana vai mostrar uma recuperação cada vez mais forte. Isso vai alimentar as expectativas de aceleração da retirada dos estímulos monetários e antecipação do início da alta dos juros nos Estados Unidos”, comenta.

Especula-se no mercado financeiro que, como as outras moedas emergentes, o real vai sofrer. “Se este caso ocorrer, o BC vai ter que continuar subindo os juros para segurar a inflação”, afirma Leônidas Herndl. O mercado de juros futuros vê Selic perto de 12% este ano. Com o dólar acima de R$ 2,40 e sem grande ajuda da política fiscal, o juro real tende a caminhar para 6%.

Para Alexandre Espírito Santo, economista-chefe da gestora de recursos Simplific Pavarini, as projeções de alta da Selic embutidas nos juros futuros estão em níveis exagerados e refletem mais um momento de estresse dos mercados que uma tendência para a condução da política monetária. Nas estimativas do economista, o juro de equilíbrio estaria hoje em torno de 4%. A política monetária, portanto, já seria restritiva. “O ciclo de alta deve terminar com a Selic em 11%. Não vejo sentido em pôr a taxa em 12%, como a curva a termo está mostrando”, diz Espírito Santo, que também é professor do Ibmec-RJ.

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