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IMORALIDADE E DESONESTIDADE

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Não, hoje não falo de sentimentalidades inócuas, fruto dessa nossa subjetividade inexorável, nem tampouco dos avanços “surpreendentes” que a tecnologia virtual nos traz; mas deles, todos eles, seres políticos:irresponsáveis e incompetentes.
As teorias e promessas falseadas externadas nos comícios em tempo de eleição, somadas à nossa insegurança e medo de não fazer a escolha certa na hora de votar, resultam sempre na impossibilidade de termos um país melhor.Mas como acertar?pois mesmo com naturalidade e não negando a voz interior chamada bom senso, ainda assim, erramos na escolha.Será que existe mesmo receita para sair do forno, o político perfeito? ou todos são iguais?Existe o político certo e o errado, ou na verdade, sempre existiram e perduraram os errados.E os “certinhos” é que são irresolutos, pois mudam de time quando alcançam o poder.É…acho que a concepção de político certo, é pura balela, não passa de tolice.
Não somos deuses e nunca seremos: por isso, não podemos evitar fatalidades. Em bom português, nem quando se trata de nossos filhos podemos evitar que eles quebrem a cara no aprendizado de sua própria vida. Mas não podemos jamais aplicar aos políticos, a pedagogia que damos aos nossos filhos,pois se deixá-los com a liberdade essencial para fazer escolhas, mesmo erradas, e ir construindo seu destino, quem ficará quebrado, não são eles,mas o fundo monetário da nação.
A realidade é que a onda crescente de imoralidade e desonestidade política, aliado a um degenerativo processo institucional de impunidade, tem sido a tônica da vida pública brasileira. Os vícios, embora multiplicados no presente, não são de hoje. O declínio moral e ético dos homens públicos iniciou em tempos de outrora e, o grave é aquilo que era exceção parece ter se transformado em regra. A delinqüência política virou justamente a “lei”; a probidade e a decência, a exceção. O molho desse prato indigesto é o corporativismo político que deixa impune os malandros de ocasião e os de sempre, fazendo crescer a descrença dos cidadãos com as instituições democráticas.
O paradoxal da situação é que entramos em curva de retrocesso. A abertura constitucional de 88 teve com um dos marcos políticos o processo de impeachment do então presidente Fernando Collor. Ali, no renascer da vida democrática brasileira, a sociedade reprovou, de forma veemente e categórica, os indícios de corrupção e uso indevido da máquina pública. Em pouco tempo, o ambiente social de repúdio às irregularidades constadas tomou conta do Congresso e, na forma da lei, o impeachment chegou a seu termo capital. O presidente Collor foi afastado do poder e teve seus direitos políticos suspensos. Um fim melancólico para um início triunfante.
Cumprida a pena, Fernando Collor volta à cena política na condição de Senador da República e não faltam vozes a dizer que as denúncias que o puniram são de gravidade inferior às recentemente constatadas no governo do presidente Lula. Esses, os fatos; não digo que sim, nem que não; apenas faço o registro. No entanto, me permito pensar. Afinal de contas, a liberdade de pensamento e expressão ainda é um direito fundamental dos cidadãos. E, pergunto-me: será que os fatos de ontem são realmente menos graves que os de hoje? Será que a improbidade política pode ser graduada em escala ou será sempre improbidade e, por assim ser, reprovável? Teríamos, com o passar dos anos, ficados mais meigos e ternos com a corrupção política e seus agentes? Teria a impunidade se transformado em regra definitiva e cabal?
As indagações são inquietantes. Revelam uma frouxidão moral e uma certa relativização da ética social. O mais preocupante é que a linha do horizonte está nebulosa, fazendo realçar as dúvidas e as incertezas. O fato é que a vida pública brasileira está dominada por grupos que apenas têm um projeto de poder sem um correlato projeto político. A noção de espírito público, de bem-estar social, de república e democracia está sendo corroída por uma busca desenfreada e egoísta pelo poder. O que temos é um “governar pelo poder” e, não, o “poder para governar”. O narcisismo e o egoísmo são cizânias da política brasileira atual que, se não combatidas, poderão gerar frutos defectivos e peçonhentos. Daí para frente, é o regime das liberdades constitucionais que está em risco. Mas não será essa a intenção de tudo o que estamos vendo e assistindo?
Enfim, o fato é que vivemos mergulhados em mistério: nem a ciência mais sofisticada consegue explicar inteiramente o que se passa na cabeça de um político, depois de ganho a eleição. O medo e o assombro, diante da bagunça generalizada ( impunidade da corrupção ) marcará para sempre nossa trajetória de vida e das nossas crianças, assustadas diante da realidade cruel: em boa parte, é inútil negarmos que, somos responsáveis por esse nosso presente, o nosso futuro, nossas escolhas e pelas pessoas a quem amamos.

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