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Historia da hipnose parte 3. A hipnose no meio cientifico.

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Certamente o avanço dos estudos da hipnose ocorreu pelo trabalho e pesquisa do medico inglês James Braid (1795-1859), inclusive o próprio termo “hipnose” deve sua existência a Braid que atribuiu que a hipnose era uma espécie de sono. Hypnos era um deus grego, o deus do sono.

Braid assistiu uma apresentação de Charles Lafontaine, um magnetizador suíço discípulo do Marquês de Puységur, disposto a desmascarar Lafontaine que na ocasião se exibia em sensacionais espetáculos públicos na Inglaterra, Braid chegou a espetar um alfinete em uma jovem magnetizada a fim de comprovar uma possível fraude.

Após assistir a apresentação pela segunda vez, impressionado aceitou o fenômeno, mas não aceitou a explicação. Braid iniciou suas pesquisas com experiências a fim de comprovar existir uma causa física para o fenômeno. O fato de o jovem magnetizado manter as pálpebras cerradas sem conseguir abri-las chamou a atenção de Braid, ele pensou que ali estava a explicação do fenômeno.

Em sua casa fez experiências com sua esposa, com um amigo e com um criado, pediu para que olhassem fixamente para um único ponto brilhante até que seus olhos ficassem fadigados a ponto de cerrar as pálpebras. Com estas experiências Braid concluiu que o fenômeno do mesmerismo era puramente subjetivo, não dependendo de nenhum tipo de influencia de fluidos astral, mineral ou animal. Braid acreditava que os fenômenos mesmericos eram produzidos por uma natureza física, funcional e mecânica causada por uma estimulação continua e monótona.

No livro hipnotismo pratico de Ernest Roth encontra-se o seguinte relato sobre o método de Braid:

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“Um paciente pode ser hipnotizado mantendo os olhos fixados em qualquer direção. Ocorre mais vagarosa e fracamente quando o olhar é dirigido em linha reta, e mais rápida e intensamente quando os olhos podem ser mantidos na posição de estrabismo duplo, convergente e dirigido para cima”.

Este método de indução criada por Braid ficou conhecido como “método de indução por fixação do olhar”. Embora nos dias atuais existam outros inúmeros métodos de indução, esta técnica ainda é usada em suas muitas variações.

Quase no final de sua vida Braid tentou mudar o nome hipnose por “monoideísmo”, ele concluiu que o hipnotismo era muito diferente do sono e que o nome hipnose era inadequado, mas os termos hipnose e hipnotismo já eram muito populares em toda Europa.

Para Braid o uso do hipnotismo deveria ser limitado apenas aos médicos e odontologistas. Ele admitia que com as técnicas de hipnotismo poderia resultar em cura para muitas doenças para as quais não existiam medicamentos, contudo mesmo assim não era uma panacéia, e que deveriam ser realizadas muitas pesquisas para compreender melhor toda teoria relativa ao hipnotismo.

Assim como Braid outro médico renomado foi John Elliotson (1791-1868). Elliotson foi o responsável por introduzir o estetoscópio na Inglaterra, também foi o responsável pela criação da revista “The Zoist”, um periódico que falava sobre o hipnotismo. Este periódico foi publicado durante treze anos testemunhando os resultados obtidos com o tratamento usando hipnose. Os artigos eram assinados por Elliotson, Esdaile e outros renomados médicos da época.

O Dr. James Esdaile (1800 – 1859), é um dos nomes mais conhecidos pelo seu trabalho com hipnose. Foi um dos médicos que mais realizou operações com hipnoanestesia (anestesia com hipnose). Realizou operações que iam dês de remoção de cataratas a amputação do penis, inclusive um dos casos de Esdaile –Parker – originou o termo “Parker Sem Dor”.

Esdaile realizou milhares de operações sem dor em um hospital experimental perto de Calcutá na Índia. Pouco depois que deixou a Índia em 1953 (Esdaile deixara a Índia em 1951), um premio em dinheiro foi oferecido ao descobridor das propriedades anestésica do éter, reconhecido como o primeiro dos anestésicos. Revoltado Esdaile escreveu uma carta lembrando que fizera milhares de operações sem dor antes que o nome éter fosse conhecido.

Veja os outros artigos da serie “A historia da hipnose”.  São cinco partes, CLICK AQUI

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Sobre: Célio Augusto

Curso analise e desenvolvimento de sistema. Trabalho com programação em PHP. Já me interessei por psicoterapia e estudei hipnoterapia e PNL. Gosto de escrever sobre tecnologia, auto-ajuda, saúde, bem estar e desenvolvimento pessoal.

2 Comentários para: “Historia da hipnose parte 3. A hipnose no meio cientifico.

  1. Olá Célio.
    Segue algumas curiosidades para enriquecer o texto! rsrs

    No primeiro parágrafo, é afirmado que James Braid cunhou o nome “hipnose”. Na verdade, Braid nunca utilizou esta palavra. Antes, o termo que Braid cunhou foi “hipnotismo”. (Hipnot>/em> do grego [hypnos], deus do sonho, representante do sono, e ismo sufixo grego que significa ciência, crença.) Logo, a palavra hipnotismo significa (grosso modo) “ciência do sono”, ou como o próprio Braid costumava chamar, “sono nervoso” (Nervous Sleep).

    Tempos depois, Braid percebeu que o hipnotismo não tinha relação com “sono”, e tentou modificar o nome para monoideísmo (que significaria algo como “ideia fixa num único ponto”), mas o termo hipnotismo já havia sido vulgarizado, permanecendo até os dias de hoje.

    O termo hipnose (do grego – hypnos: sono + ose: estado ou situação) foi utilizado pela primeira vez (se não me falha a memória) após a morte de Braid. No literal, seria algo como “estado de sono(lência)”.

    Abraços.

  2. Olá Célio.

    (Peço que delete o comentário anterior, pois encontrei erros no mesmo e corrigi neste). rsrsrs

    Algumas curiosidades para enriquecer o texto! rsrsrs ;P

    No primeiro parágrafo, é afirmado que James Braid cunhou o nome “hipnose”. Na verdade, Braid nunca utilizou esta palavra. Antes, o termo que Braid cunhou foi “hipnotismo”. (Hipnot do grego [hypnos], deus do sonho, representante do sono, e ismo sufixo grego que significa ciência, crença.) Logo, a palavra hipnotismo significa (grosso modo) “ciência do sono”, ou como o próprio Braid costumava chamar, sono nervoso (Nervous Sleep).

    Tempos depois, Braid percebeu que o hipnotismo não tinha relação com “sono”, e tentou modificar o nome para monoideísmo (que significaria algo como ideia fixa num único ponto), mas o termo hipnotismo já havia sido vulgarizado, permanecendo até os dias de hoje.

    O termo hipnose (do grego: hypnos = sono + ose = estado ou situação) foi utilizado pela primeira vez (se não me falha a memória) após a morte de Braid. No literal, seria algo como estado de sono(lência).

    Abraços.

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