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Educação, esse grande mistério

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Agora na casa dos trinta, mãe, esposa, dona de casa e profissional chego à deprimente conclusão que raramente sei que atitude tomar perante esta ou aquela situação, quanto mais “guiar” os passos dos meus filhos.
Há alguns anos atrás (quando ainda vagueava alegremente pelos “vintes” e me julgava imortal), achava que quando se atingia a fase da vida em que estou neste momento, tudo seria mais fácil, afinal já seria “grande” e, consequentemente, saberia sempre o que fazer… erro crasso! Eis-me então com 35 anos, casada, dois filhos (que são, ao lado do pai, aquilo que mais amo) e tenho constantemente a sensação que cada vez tenho mais dúvidas. A minha filha que foi a primeira e, durante quase 6 anos, a única é uma criança extraordinária – dotada de uma sensibilidade invulgar para a sua idade, uma companheira fabulosa. O meu pequeno, o avesso da irmã; embora meigo, é tosco, enfim, está ainda muito em bruto. São, apesar de tudo, o meu orgulho e, ao lado do pai, a minha razão de viver. Somos portanto, uma família em todo o sentido da palavra. O nosso lar (sim porque temos de facto um lar) é o nosso templo sagrado onde juntos, todos nós crescemos. Permanece, no entanto, a dúvida – que futuro poderemos nós dar aos nossos filhos? Com o estado das coisas, nada parece animador – como educar as nossas crianças e, que estratajema usar para as preparar para o que der e vier?
Questiono-me várias vezes sobre se deveria, ou não, ser mais exigente com a minha filha em relação à escola; se deveria, ou não, dar mais importância às notas que aufere. É um facto que, já será difícil para eles com um grau académico alto, chegar a eventuais voos – sem ele, será muito mais difícil. Mas será assim tão importante? Serão eles mais felizes se forem engenheiros ou médicos? Que fazer?
O meu falecido pai, esse grande homem, dizia que as únicas aspirações que tinha para nós filhos era que conseguíssemos ser felizes quer fossemos trolhas ou arquitetos, professores ou emgregados de limpeza… Se ele fosse vivo dir-lhe-ía que consegui, não tendo um curso superior tenho tudo e mais alguma coisa daquilo que sempre desejei ter. Dir-lhe-ía que ele fez um excelente trabalho. Agradecer-lhe-ía por tudo o que me ensinou o que, apesar de tudo, foi pouco porque ele me deixou cedo demais.
Será que vou conseguir o mesmo? Terei eu engenho e arte para seguir os seus passos e educar? Como vou fazer isso?
Meus amigos, o único factor aborrecido de crescer é chegar à triste conclusão que cada vez se tem mais para aprender. O factor positivo é aproveitar cada um desses momentos e tentar reproduzi-los tantas vezes quantas forem possíveis.

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