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DO SUBLIME AO RIDÍCULO (Napoleão Bonaparte)

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Na busca incessante das vaidades, o homem caminha em prol da inutilidades. Nulidades. É inegável o que está acontecendo com a nossa era. Assim, como no século XlX, o mal era a “depressão”, esbarramos agora com o excesso de velocidade. O mal do século atual, no instante mais do que nunca, é a correria para suprir o vazio da alma… Não muito tempo atrás, o homem podia “prever”, ou pelo menos assimilar, as estações do ano. Fazendo assim um controle e programação, especialmente nos campos, para ter uma boa plantação e colheita. Hoje, não vemos nem os dias se passarem. Tampouco, as semanas. Quem dirá os meses e anos.

Apesar de ser um novo século, porém, ainda os pensamentos não mudaram às épocas. Há um tempinho atrás, arte era a Arte, futebol era Arte, música era amor, uma expressão de Arte. Não se sabe como, mas, de um instante para outro, vê-se a supervalorização de certas atividades em detrimento de outras.

Apesar de serem atividades empreendedoras, ainda que não sejam empresarial, não é certo que um jogador de futebol tenha salários exorbitantes, a troco de algumas horas de exercício físico, enquanto ao passo que um professor de rede pública, um médico ou um policial seja tão mal remunerado no país. Ou seja, seus salários bases são uma vergonha a nível internacional.

Também não é certo que um músico, que através de sua profissão de artista, ganhe fortuna nas costas da nação e não contribua em nada com a memória fonográfica nacional e até mesmo universal humana. São considerados como “artistas de plástico”. Assim, como um carrinho de plástico, de plástico tem vida curta nas mãos de uma criança hiperativa, assim são tais figuras “públicas”.

Nas décadas de 60 e 70 do século passado, os artistas usavam sua música, arte, cultura em prol da nação. Por exemplo, na época em que o país mais sofria com a extenuante Ditadura, fora o tempo em que mais se contruiu belíssimas peças musicais. Assim como no teatro, no cinema, na literatura, na televisão, etc. Agora, devido à velocidade hodierna, o artista não consegue emplacar nem os primeiros cinco anos de carreira artística na praça. Um ou outro, ecapole. Todavia, a maioria sucumbe ao ostracismo advindo do embate em busca do sucesso aparente. Também, um ou outro  consegue alcançar o topo do sucesso. Sim, mas, não sem antes de dissolver a família, o convívio social, a formação educacional, etc.

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Entretanto, o que mais instiga e é digno de nota e reflexão, é como alguns “afortunados” (?), da noite para o dia, da água para o vinho, se deparam diante de uma carreira meteórica. Então, presume-se que jogar futebol é o mapa da mina (?). Qual a mensagem construtiva que passam no mundo? Quantos matam e são mortos por causa de um fanatismo por um time qualquer?

E os atletas? Atualmente, são verdadeiros carniceiros, ou melhor ainda, são tenazes gladiadores em campo. Hoje, aposentam antes dos quarenta. Alguns podres de rico. Outros, se afundam no crime, nas drogas, no assassinato. Há uns menos abestalhados que, no final de carreira, se tornam comentaristas em programas vazios de TV. Outros viram técnicos, outros vão ganhar dinheiro montando igrejas, outros montam quadras de futebol de salão…

E os músicos? Os que optam pelo dinheiro fácil através da música de massa são esquecidos ainda que estejam na mídia e sendo ouvidos e tocados por todos os lados. A falta de qualidade musical, sonora e melódica, e, principalmente, a falta de veia poética, faz com que o próximo não consiga nem ouvir a metade de seus discos. As músicas mais tocadas, somente os seus refrões é que ressoam por aí e por algum tempo. No final, vão parar na capa de alguma revista pornográfica, ou em algum tribunal de conciliação ou de separação de seus divórcios.

No finalzinho, tanto um como o outro, os seus corpos viram verdadeiras latrinas. Um dia no luxo, outro no lixo. Um dia em Córsega, outro em Waterloo.

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Sobre: Adriano Taciano

Latino; Brasileiro; Mineiro; Belorizontino; Estudante (graduação superior tecnológica em Gestão de Recursos Humanos); Poeta e escritor; compositor e músico autodidata.

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