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Do prazer ao vício

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Primeiro você sente aquele odor inconfundível, logo depois procura a fonte do mesmo – isso se você já não tiver sido presentado com uma dose massiva de fumaça em seu rosto nesse meio tempo. Para quem não é fumante, o cigarro é definitivamente algo muito incômodo. Mas engana-se quem acha que a totalidade dos fumantes também está plenamente satisfeita em perpetuar esse hábito. Uma parcela considerável deles tenta a cada dia abandonar esse vício, seja através de simplesmente abdicando de seu uso ou mesmo de tratamentos especializados com substâncias como o Bupopriona.

Além da iniciativa de largar o cigarro, por si só algo bastante louvável, a forma com que o fumante o faz pode ser determinante para o sucesso dessa empreitada. Algumas pessoas conseguem isso através da força de vontade, da determinação de parar. Entretanto, essa não é uma questão tão simples assim, entrando aqui a necessidade do uso de remédios como a já citada Bupopriona. O ato de ser largar um hábito, como todos sabemos, não é algo que depende exclusivamente da parcela consciente de nossa percepção.

Pense em diversos pequenos hábitos comuns a pessoas, como bater a caneta na mesa enquanto se está concentrado ou mesmo mexer de uma determinada forma no cabelo; elas o fazem sem necessariamente estar atentas a esse ato, geralmente cessando-o quando o percebem ou alguém chama a atenção para o fato. Como fumar pode ser tornar um ato mecânico por parte da pessoa, já sendo parte das suas ações habituais, torna-se difícil livrar-se de tal comportamento.

A questão orgânica

O que vai complicar ainda mais abandonar o hábito é a questão orgânica, visto que as substâncias presentes no cigarro, a exemplo da nicotina e diversas outras, acabam levando a um quadro de necessidade recorrente por parte do usuário – o vício.  Mesmo que o fumante queira parar e consiga se desvencilhar da questão mecânica do ato, a vontade de tragar um cigarro não vai abandoná-lo tão facilmente, sendo necessário a ajuda médica. A Bupopriona, que também é utilizada como antidepressivo em determinados casos, age exatamente nesse sentido: ela é um inibidor da recaptação de dopamina e norepinefrina.

Em bom português, ela atua diretamente nas áreas do cérebro que acabam associando o ato de fumar, bem como outros hábitos como o uso de álcool, por exemplo, a uma sensação prazerosa.  Quando o corpo percebe que a nicotina ao qual já se acostumou não está presente na quantidade costumeira no organismo, ele termina por “pedir” ao fumante pela reposição da mesma – outro cigarro. Por isso as reações de irritação de dificuldades de concentração relatadas por quem fuma quando ficam algum tempo, às vezes questão de poucas horas, sem fazê-lo.

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E a Bupropiona…?

O que a Bupopriona vai realizar é justamente reequilibrar o nível da dopamina, anteriormente dependente de uma nova dose de nicotina, de modo a fazer com que a necessidade de outro cigarro por parte do fumante seja diminuída ou não aconteça. Uma vantagem da Bupopriona nesse processo é não possuir uma característica inerente nesse tipo de medicamento, que é a diminuição das funções sexuais do indivíduo.

Caso você seja fumante e esteja determinado a largar o vício, a busca por informações deste tipo de tratamento pode ser fundamental. Pense nisso!

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