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Dilma Rousseff Declara : Sou uma Workalcoholic (Ou, Eu Bebo, Sim, e Vou Vivendo)

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Decifrada, enfim, embora sempre tenha estado evidente, a origem do Dilmês, um subdialeto de nossa tão maltratada língua criado pela ex-presidanta (agora só anta) Dilma Rousseff.

Decifrada, enfim, a fonte de toda a inspiração para o léxico do Dilmês, sua etimologia hermética, sua estrutura intrincada de frases, regências e concordâncias desconexas e ininteligíveis, seu discurso entrecortado por longas pausas – como se houvesse um atraso entre o envio da informção do cérebro e o recebimento do estímulo pelo genioglosso, estiloglosso, palatoglosso e hioglosso, os músculos da língua, um delay entre pensamento e fala -, seu palavrório trôpego e bêbado.

Aliás, decifrada a origem do Dilmês, não. Revelada. Que há certos códigos de linguagem que não tem Champollion que dê conta. Que há certas criptografias que só mesmo o criador para quebrar os seus segredos.

É a própria Dilma Roussef que, enfim, revela à nação que ajudou a saquear e a levar para o buraco da recessão como criou seu próprio idioma.

Aos que estavam sentindo falta das pérolas verbais da ex-presidanta (agora só anta), àqueles que já estavam destreinados da gramática e se esquecendo da correta pronúncia do Dilmês, Dilma Rousseff volta à cena para matar as saudades e os presentear com uma videoaula inédita do Dilmês, uma aula de conversação nível avançado. Uma aula magna de Dilmês. E, por tabela, revelar a origem do subdialeto.
Em entrevista a um repórter de Portugal – sim, porque, no Brasil, ladrão de dinheiro público não vai pra cadeia, vai passear na Europa (por que não vai passear na Venezuela, a desgraçada?) -, Dilma mostra que aperfeiçoou ainda mais o seu Dilmês, que até o globalizou, incorporando-lhe termos estrangeiros.

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A ex-presidanta (agora só anta) começou a entrevista inventando histórias que nunca aconteceram, puros delírios de grandeza de comunista que foi desmascarada e enxotada do poder. Disse que, quando estava afastada, mas ainda era presidanta, embora não exercesse mais oficialmente a função para qual foi eleita (e quando ela a exerceu?), era obrigada a cumprir expediente no Palácio “do” Alvorada (e não “da”), um local sempre ornado por muitas flores. E que, logo após o seu afastamento, para debochar ainda mais dela, para chutar cachorro morto, as flores do Palácio “do” Alvorada, foram retiradas, confiscadas. E por quem? Pelos golpistas, claro!

Pããããããta que o pariu! Fiquei imaginando Temer e a alta cúpula do PMDB se esgueirando pelas dependências do Palácio “do” Alvorada, protegidos pela calada da noite, todos vestido de ninja, a arrancar, roubar e confiscar as flores, deixando a vida da ex-presidanta (agora só anta) menos colorida e perfumada.

Dando sequência ao seu delírio, Dilma Rousseff disse ao já atônito repórter português que não ficou, porém, muito tempo sem as suas flores. Sensíveis e solidárias às suas tragédia e humilhação, multidões de mulheres acorreram ao Palácio “do” Alvorada levando vasos, buquês e ramalhetes de flores em substituição às que lhe foram usurpadas, junto com o seu poder, pelos golpistas. Só faltou cantar Para Não Dizer Que Não Falei das Flores, do Vandré, outro ícone dos comunas.
Nessa altura da entrevista, o repórter, basta olhar para o semblante do sujeito, já havia desistido de entender qualquer coisa. Só não tirou o microfone da boca de Dilma Rousseff por educação, por ética profissional. Antes o tivesse feito. Ou não. Ou não haveria o encerramento com chave de ouro. Ou Dilma Rousseff não teria nos servido a sua pièce de résistance.

Para coroar seu discurso, seu grandiloquente pronunciamento em Dilmês, Dilma disse que “era dita (e não tida) como uma mulher que tinha uma mania, era obsessiva-complusiva por trabalho, tinha, era uma workalcoholic!” Sou uma workalcoholic! – jactando-se ao repórter.

Pããããããta que o pariu!!!! Alguém deve ter “soprado” para ela a palavra workaholic – do inglês, viciado em trabalho – e ela traduziu para o Dilmês, virou workalcoholic. Trabalho bêbado! Traduzida do Dilmês para o português, assim fica a declaração de Dilma Rousseff : – Sou uma trabalhadora bebum!!!

Revelando, de quebra, como eu disse no começo da postagem, a origem do abjeto e indecifrável dialeto : Dilma trabalhava bêbada! O tempo todo! Workalcoholic que se declara! Aliás, trabalhadora? Tá bom. Dilma tem-se mesmo em alta e irreal conta, megalomania típica de comunistas com aspirações a ditadores

Pudera. Quem sai aos seus, não degenera. Fiel discípula de seu mentor e antecessor Lula, o sapo barbudo, o seboso de Caetés, o Nove-dedos, Dilma deu continuidade não apenas à ideologia e ao modo de governo de seu preceptor – formação de quadrilhas, saques e rapinas do erário público -, mas também mimetizou-lhe em seus hábitos pessoais. E entrou na cachaça!

Aí, o repórter não aguentou. Encerrou a entrevista e ainda ironizou : “muito bem falado, Dilma.” É a vingança do português. É o português fazendo piada com o brasileiro. Aliás, o brasileiro mesmo se fez essa piada de mau-gosto, Lula, Dilma e toda a corja do PT.
Devo, muito a contragosto, nesse caso, assumir a minha concordância com Dilma Rousseff. Se eu pudesse ser também um workalcoholic, trabalharia muito mais feliz, sofreria muito menos no carregar de meu fardo, no cumprir de minha faina, as horas de trabalho passariam céleres. Mas, infelizmente, trabalhar bebum parece ser, como tantos outros, foro privilegiado concedido apenas aos políticos desse país.

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