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Desenvolvimento Sustentável

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Diante das conseqüências alarmantes causadas pelo crescimento populacional e desenvolvimento econômico, surge a idéia de desenvolvimento sustentável.  Segundo a Comissão Mundial sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento (CMMAD) da Organização das Nações Unidas, desenvolvimento sustentável é considerado um conjunto de processos e atitudes que atende às necessidades presentes sem comprometer a possibilidade de que as gerações futuras satisfaçam as suas próprias necessidades (Wikipedia, 2008). O desenvolvivimento sustentável pretende conciliar o desenvolvimento econômico com a preservação da natureza e garantir a qualidade de vida humana.

Este pensamento surgiu em 1972 com o relatório intitulado Os Limites do Crescimento elaborado por grupo de pessoas que formavam o Clube de Roma, fundado por Aurelio Peccei. De acordo com este relatório o Planeta Terra não suportaria mais o crescimento populacional devido à pressão sobre os recursos naturais e energéticos e o aumento da poluição, mesmo considerando o avanço das tecnologias. Em 1970, Maurice Strong e Ignacy Sachs criaram o conceito de ecodesenvolvimento, durante a Primeira Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento em 1972 (Estocolmo), a qual deu origem ao Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente – PNUMA .

Em 1987, o conceito de Desenvolvimento Sustentável é adotado no relatório Our Common Future (Nosso futuro comum), também conhecido como Relatório Brundtland. Este relatório foi elaborado pela Comissão Mundial sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento, e faz parte de uma série de iniciativas, anteriores à Agenda 21, as quais reafirmam uma visão crítica do modelo de desenvolvimento adotado pelos países industrializados e reproduzido pelas nações em desenvolvimento, e que ressaltam os riscos do uso excessivo dos recursos naturais sem considerar a capacidade de suporte dos ecossistemas. O relatório aponta para a incompatibilidade entre desenvolvimento sustentável e os padrões de produção e consumo vigentes (Wikipedia, 2008).

Segundo o Relatório da Comissão Brundtland, elaborado em 1987, uma série de medidas devem ser tomadas pelos países para promover o desenvolvimento sustentável. Entre elas:

  • limitação do crescimento populacional;
  • garantia de recursos básicos (água, alimentos, energia) a longo prazo;
  • preservação da biodiversidade e dos ecossistemas;
  • diminuição do consumo de energia e desenvolvimento de tecnologias com uso de fontes energéticas renováveis;
  • aumento da produção industrial nos países não-industrializados com base em tecnologias ecologicamente adaptadas;
  • controle da urbanização desordenada e integração entre campo e cidades menores;
  • atendimento das necessidades básicas (saúde, escola, moradia).

Em âmbito internacional, as metas propostas são:

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  • adoção da estratégia de desenvolvimento sustentável pelas organizações de desenvolvimento (órgãos e instituições internacionais de financiamento);
  • proteção dos ecossistemas supra-nacionais como a Antártica, oceanos, etc, pela comunidade internacional;
  • banimento das guerras;
  • implantação de um programa de desenvolvimento sustentável pela Organização das Nações Unidas (ONU).

Em 1989 iniciou-se o desenvolvimento da Agenda 21, a partir da a aprovação, em assembléia extraordinária das Nações Unidas, de uma conferência sobre o meio ambiente e o desenvolvimento como recomendado pelo relatório Brundtland. No entanto o programa só foi aceito durante a segunda Conferência das Nações Unidas para o Meio Ambiente e Desenvolvimento, mais conhecida como Rio-92 ou Eco-92.

A Agenda 21 estabelece a importância de cada país em se comprometer a refletir, global e localmente, sobre a forma pela qual governos, empresas, organizações não-governamentais e todos os setores da sociedade poderiam cooperar no estudo de soluções para os problemas sócio-ambientais. Dessa forma, a Agenda 21 constitui um poderoso instrumento de reconversão da sociedade industrial rumo a um novo paradigma, que exige a reinterpretação do conceito de progresso, contemplando maior harmonia e equilíbrio holístico entre o todo e as partes, promovendo a qualidade, não apenas a quantidade do crescimento.

Atualmente no Brasil, inúmeros programas se consideram praticantes do desenvolvimento sustentável. As ações prioritárias da Agenda 21 brasileira são os programas de inclusão social (com o acesso de toda a população à educação, saúde e distribuição de renda), a sustentabilidade urbana e rural, a preservação dos recursos naturais e minerais e a ética política para o planejamento rumo ao desenvolvimento sustentável. Mas o mais importante ponto dessas ações prioritárias, segundo este estudo, é o planejamento de sistemas de produção e consumo sustentáveis contra a cultura do desperdício.

O termo sustentabilidade se originou a partir do conceito de desenvolvimento sustentável. De acordo com o Relatório de Brundtland (1987), sustentabilidade é: “suprir as necessidades da geração presente sem afetar a habilidade das gerações futuras de suprir as suas”. No entanto, a popularidade destas palavras, desviou o seu real significado. Muitas ações ditas “sustentáveis” na verdade não desempenham o seu papel dignamente. Alguns estudos verificaram que programas de sustentabilidade adotados no Brasil como a “exploração sustentável da castanheira” ( PERES et al., 2003) (Figura 3A) e a “exploração madeireira de baixo impacto” (SIST; NASCIMENTO, 2007) (Figura 3B), na verdade, não garantem o recrutamento das populações naturais, que acabam sendo extintas sob os olhos vendados pela “sustentabilidade”.

Para utilizar de maneira realmente sustentável algum recurso é necessário conhecer a espécie ou a comunidade alvo. Fernando Fernandez em um artigo intitulado “A tal da sustentabilidade” (www.oeco.com.br) faz o seguinte comentário: “Qualquer uso de uma população de animais ou de plantas só pode ser sustentável se as entradas de indivíduos para a população (i.e., nascimentos e imigração) continuarem compensando, em longo prazo, as saídas (i.e. mortes e emigração)”.

Dessa forma, é preciso ter cuidado ao usar termos como “sustentabilidade”, “desenvolvimento sustentável”, “ecologicamente correto”. O uso inadequado dessas palavras, que tem um significado tão importante, pode trazer consequências irreversíveis para as gerações futuras, ou até mesmo para a nossa.

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