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Como meu avô já dizia: Saudade do tempo em que @rroba era um peso

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O nome é chat – e às vezes só falta um “o” no final para que o termo seja a mais perfeita expressão do que ocorre nas salas virtuais quando falta habilidade a uns dos parceiros deste jogo, que exige presença de espírito, concentração e agilidade mental.E eu falo aqui, não da agilidade de se aventurar pelo universo on-line e recorrer à linguagem internética ( “vc”, “blz”, “k”, “h”, “rsrsrs”, “x” ,’pk';’krias';’kd';etc …) para elaborar uma simples pergunta como: cadê você? ( kd vc? ) Mas na capacidade de se soltar das amarras virtuais, e converssar como indivíduos, como pessoas que não se acham lentos porque não atropelou a gramática ou como pessoas que mesmo levando em conta a tristeza e abatimento mais ou menos profundos, causados pelo afastamento de lugares, gente ou coisas que se amam e pelo desejo de as tornar a ver não precisam ultilizar-se de meios pífios e não consistentes.
Bombardeado por perguntas e mensagens instantaneas de todos os lados , o participante da “ converssação”, por deixar de ser “ lento” nas respostas, além de violar a gramática, deixa para trás a oportunidade de se adquirir poder de síntese- mesmo que dispercebidamente – nas respostas que poderiam ser completas, senão inteligentes, ao menos curtas, ágeis e coerentes.
Talvez vc leitor… ou…disculpa-me!…acho que são as traumáticas experiências de querer acompanhar àqueles que possuem “o super poder de linguagem em velocidade relâmpago”.Reformulando: talvez você, prezado leitor, esteja pensando que o escritor deste artigo é, um jurássico representante do tempo em que arroba era uma unidade de peso, abortar era crime e sistema não caia.Não, não sou o que o estimado leitor está, talvez pensando, mas, respondo com toda sinceridade do mundo: teria orgulho, se boa parcela da minha existência tivesse acontecido nesse tempo; tempo em que os indivíduos construíam as suas vidas em grupos pequenos: inicialmente na família, depois nos grupos de amigos, nos grupos de colegas de trabalho e outros; tempo em que a natureza dos grupos pequenos estava em dar corpo à comunicação face-a-face utilizando expressões faciais, gestos corporais, tom de voz, sotaque e ritmo, imprimindo-lhe uma riqueza comunicacional que dificilmente seria reproduzida e aprovada em contexto eletrônico.
Não sei se o leitor já participou de um Chat; se for jovem como eu, certamente sim; e se não for um destes internéticos que têm o raciocínio comprimido no vocabulário “internetês”, provavelmente vai compreender as idiossincrasias e alteridades de pensamento de um mero e pretensioso escritor, e ter capacidade suficiente de raciocinar com o intelecto, para entender que eu só quero dizer que o Chat, é como aquelas conversas de coquetel do filme Celebridades, de Woody Allen.Em que a resposta que se começa a dar é interrompida pela pergunta de alguém que acabou de chegar, que por sua vez logo será atropelada por uma outra questão que já estava esperando na fila.
É uma divertida confusão.
Vc…ops!, Olha eu de novo.Você volta para casa lembrando-se daquelas perguntas e lamentando as respostas que deu e as que deixou de dar.Não era nada daquilo, ou melhor, era, mas não dito daquela maneira.Aquela resposta que saiu enorme poderia ter sido reduzida a uma fração de efeito; a provocação esperta da jovem leitora devia ter merecido uma réplica rápida e cortante, não um blábláblá.
Indiscutivelmente, sabemos que cada comunicação está impregnada de cargas simbólicas, culturais, lingüísticas e semânticas que se estruturam de acordo com a linguagem utilizada em cada cultura. A interatividade rompe com essa estrutura de linguagem confinando-se a um modelo de texto que se constrói quando se escreve.Porem, não nos esqueçamos que a interatividade é característica própria da rede e permite um enlace simultâneo entre indivíduos e comunidades. Dessa forma, o Chat é um ambiente onde o privado e o público se encontram. A privacidade poderá disfarçar a identidade. O Chat permite esconder a identidade real do indivíduo, sustentada por uma forma de comunicação baseada na escrita.
Mas será que se pode falar de novos tipos de associação, novas relações de interação comunicativa, de novas formas de construir percepções comuns? Será que uma comunidade virtual se estrutura num novo tipo de organização? Como é que se constrói o capital simbólico através de um espaço virtual?
Isso não vem ao caso, o fato é que está mais do que evidente que o Chat se tornou numa ferramenta bastante utilizada para estabelecer relações, para ser o espaço do inter (multi) culturalismo. É, pois, o espaço das simulações, do jogo da identidade, onde parece haver pouco controle social – cada um “veste a pele” ou coloca a máscara da imagem que quer projetar de si mesmo. Pelas suas características, o chat pode-se constituir como uma tribo virtual, onde entram e saem cibernautas, com todo um sistema de valores, crenças, ritos, idéias e sentimentos.
Enfim, seriam na verdade, as comunidades reais (físicas) tão diferentes das comunidades virtuais? Os grupos que se formam e habitam essas comunidades serão estruturalmente diferentes? Como se constrói uma comunidade? É necessário compreender o que é uma comunidade e o que acontece quando esta está on-line?. Essas são perguntas que não sei responder.Não sou intelectual da área.
Depois deste texto, se vocês chatos ou chatistas quiserem me detestar, não me importo.Afinal de contas, há motivos…não é mesmo!

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2 Comentários para: “Como meu avô já dizia: Saudade do tempo em que @rroba era um peso

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