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Como Funciona o Jogo de Poder na Política

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Sempre me perguntei  por que a presidente usava de tanta diplomacia com alguns “figurões” da nossa política, se foi nela que o povo apostou todas as fichas. Mas ao contrário do pensamento corrente de que o cargo de presidente concede um poder ilimitado, as coisas não funcionam dessa maneira.  Baseado na ideia de que “somente o poder freia o poder”, o nosso sistema político é dividido em três partes interdependentes: O Executivo (a Presidência), o Legislativo (que é o Congresso Nacional, ou seja, a Câmara dos Deputados e o Senado) e o Judiciário, que é o Superior Tribunal Federal.

O poder que conferimos à Dilma, por exemplo, abrange a escolha de ministros e embaixadores, a proposta da agenda de políticas públicas e do orçamento que limita as despesas do governo. Ela também pode indicar pessoas para o Supremo Tribunal, o que faz com que o Judiciário dependa dela. Mas seu poder basicamente se limita a propor, ou seja, ela precisa da Câmara dos Deputados e do Senado para aprovar suas propostas, caso contrário nada feito. Dessa forma, o Congresso Nacional pode controlar o poder Executivo e também o Judiciário.

Por outro lado, embora o poder legislativo tenha a função de elaborar projetos de leis, a Presidenta pode vetá-los, ainda que já tenham sido aprovados na Câmara e no Senado exercendo sua cota de controle sobre o Congresso. E para fechar o ciclo dos três poderes, o Executivo, cujos membros dependem da nomeação feita pela presidenta e da aprovação do Congresso Nacional, tem a função de cuidar para que as leis sejam devidamente cumpridas, dessa forma ele também limita as atuações dos outros dois poderes.

Essa forma de administrar o País tem seus a favores e contras. A favor pesa o fato de que nem um dos poderes tem autonomia suficiente para cometer abusos e desmandos autoritários, como em muitos outros países onde a palavra do presidente é lei, não importando o quão revoltante seja para o povo acatá-la. Por outro lado, um poder depende demais do outro para bater de frente, pois isso significaria se condenar a ficar sem o apoio de que necessita para exercer seu cargo ou colocar em prática seus projetos.

Por isso tudo, para governar é preciso ter muito jogo de cintura e também uma boa dose de diplomacia, considerando-se os interesses em jogo. Muitos cargos são negociados dessa forma, com a intenção de fazer aliados e evitar desafetos.  Recentemente, por exemplo, a presidenta sofreu uma retaliação no Senado, quando tentou a recondução de Bernardo Figueiredo à direção-geral da ANTT. Isso se deve sobretudo  ao se principal aliado político, o PMDB, partido do vice-presidente Michel Temer, que anda requerendo mais poder de decisão   por considerar que as mesmas estão muito concentrada nas mãos do PT. Ou seja, para que a maioria peemedebista volte a votar a favor dos projetos dela ela terá que “acalmá-los”, provavelmente nomeando alguns ministros do interesse do partido, que talvez não sejam exatamente os do nosso interesse.

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Sobre: silvana vieira

Livros pra mim são como álcool para alcoólatras: sem eles tenho síndrome de abstinência e é sempre preciso evitar a primeira página, pois depois vem as cem primeiras, as duzentas primeiras e só paro quando a cabeça começa a doer...escrever é consequência, é tentar colocar ordem no caos, é jogar pra fora a confusão e encontrar a serenidade que só as palavras podem me dar.

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