Como excesso de informação pode levar à “falta” de memória

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Estamos passando por uma época em que a velocidade é quase uma regra, quando se trata de informação. No entanto, nos deparamos com limitações biológicas implícitas a esse tal “bicho homem”(somos nós), que, embora consiga realizar proezas e feitos fantásticos, suas ações não são tão rápidas quanto seus pensamentos. Basta avaliar quantas ideias surgem de uma só vez, em um lápso de tempo ínfimo enquanto, por outro lado, demoramos alguns minutos tentando transformar um pensamento, ou ideia, em uma frase contínua.

Devido ao excesso de informação num fluxo contínuo e veloz, é natural que muitos não consigam filtrar tudo que advém através dos veículos de comunicação. Aliás, é natural que fiquemos perdidos e isso acarreta que, o excesso de informação, muitas delas desnecessárias e supérfluas gera desatenção e, consequentemente, uma aparente falta de memória.

Memória e atenção são atualmente estudados por neurocientistas e têm dado novas luzes a respeito desta temática. Se no passado a memória era vista como uma localidade, conforme os gregos acreditavam, hoje as pesquisas indicam que memória é uma função cognitiva, que é um processo de obtenção, ou aquisição, do conhecimento e que pode ser dividido, sob linhas gerais, em: atenção, memória, linguagem e raciocínio. Esta divisão pode se estender, incluindo percepção, imaginação, etc.

Memória é uma capacidade de armazenamento das informações que recebemos. Tais informações incluem tudo o que nós percebemos através dos sentidos, seja audição, olfato, paladar, visão ou tato. Portanto, tudo em nossa volta é passível de ser gravado. No entanto, existe uma relação importante entre memória, emoções e atenção. Relação que deve ser considerada.

Quando estamos passando por circunstancias que nos afetam emocionalmente, é natural que tenhamos dificuldades em reter as informações. Igualmente, se não focamos nossa atenção para o que queremos memorizar e relembrar, dificilmente iremos fazê-lo.

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É possível exercitar nossa memória e atenção para melhorar e qualificar estas funções cognitivas de modo a facilitarmos o nosso acesso às informações e tê-las sempre que necessário. Obviamente há problemas de memória que são patológicos e merecem atenção especializada.

Existem exercícios e técnicas para melhorar o desempenho cerebral, tanto no âmbito da atenção como no da memória. Em breve abordaremos estas questões de modo didático afim de continuar este assunto bastante interessante e que esbarra diretamente com a vida diária.

 

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Sobre: Samuel Valentim Afonso

Físico que gosta de ler e conhecer tudo em volta.

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