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Bulliyng nas escolas: como combater

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O bullying é um assunto muito importante na nossa actualidade e que é muitas vezes descurado, por parte da nossa sociedade. Os casos de bullying ocorrem essencialmente na adolescência e principalmente nas escolas, onde por vezes é tratado sem a importância devida. As agressões podem ser físicas e psicológicas e podem ir desde insultos, a agressões físicas. Além do bullying nas escolas, a internet também serve como meio de agressões, o chamado cyberbulling. Quando ignorado, o bullying pode levar a consequências muito graves, como a agressão física mais grave e até o suicídio, uma vez que o bullying afecta gravemente a auto estima da vítima. Vamos em seguida ver, como pode ser combatido este mal da sociedade:

  • Admitir que o bullying existe:

Muitas escolas fecham os olhos a este problema, nenhuma instituição quer ser lembrada por casos destes, ou simplesmente porque não têm meios ou especialistas para lidar com tais casos. O primeiro passo para combater o bullying, é reconhecer e admitir que ele existe, assim como identificar os agressores e as potenciais vítimas, só assim poderá ser definida uma estratégia para combater o bullying.

  • Mobilizar a comunidade:

Embora o bullying aconteça dentro das escolas, pode acontecer e prolongar-se fora do estabelecimento de ensino e até através da internet, o que se torna um problema não só do estabelecimento de ensino, como também das famílias e da própria comunidade em si. Deve existir uma mobilização no sentido de evitar e combater situações de bullying, desde interromper uma briga ou advertir o agressor, a não ignorar qualquer situação que represente um caso de bullying.

  • Promover o compromisso para reduzir o bullying:

​Na maioria dos casos de bullying, as chamadas de atenção ou advertências por parte da escola não são suficientes para evitar que tudo se repita. É portanto, fundamental, que sejam implementadas medidas mais sérias como a situação exige, há que haver responsabilização directa dos agressôres, para que estes entendam que existem consequências nos seus actos.

  • Praticar actividades em grupo:

Promover actividades em grupo como por exemplo, reuniões, palestras e até demonstrações, pode ajudar os alunos a entenderem a gravidade do bullying. É importante que psicólogos possam participar nestes eventos, pois estão em contacto directo com os alunos e podem ser um grande incentivo na altura de explicar comportamentos e melhores maneiras de solucionar problemas sem ser com violência.

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  • Dar ênfase ao diálogo:

​O diálogo é muito importante para a vítima de bullying, pois embora esta se isole e tenha receio de falar, uma aproximação calma, seja dos pais que desconfiam de alguma coisa, seja dos professores ou coordenadores que já notáram algum tipo de situação ou até mesmo do psicólogo da escola, pode ser um passo muito importante na ajuda à vítima. O diálogo também pode funcionar com o agressor, pois o seu comportamento pode derivar de uma educação frágil e à base da violência.

  • Tomar uma atitude:

Em muitos casos, a vítima não consegue falar ou contar a alguém o que se passa. Nestas alturas, cabe aos pais intercederem e não julgarem que a escola é que tem de resolver, pois existem muitas escolas que ignoram ou deixam passar situações de bullying. É importante então, que os pais tenham uma atitude activa, marcando reuniões com o conselho da escola e com os pais do agressor.

  • Tomar medidas jurídicas:

Por vezes, o caso torna-se muito mais grave e é necessário proceder a uma queixa às entidades responsáveis, evitando o risco do bullying progredir para fora da escola (onde existe ainda menos proteção) ou para a internet. O agressor ou agressores devem ser identificados e notificados das consequências das suas atitudes.

Todos nós fazemos parte da sociedade e não podemos permitir que situações como a prática do bullying, passe despercebida. Todos nós podemos fazer algo e devemos fazê-lo. Como pais, não podemos apenas deixar que a escola se encarregue do assunto sem a nossa interferência e como Seres humanos, devemos intervir quando nos deparamos com um caso de bullying. Todas estas acções podem fazer a diferença e evitar que a vida de alguém seja devastada física e principalmente, emocionalmente.

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