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A polêmica sobre o aborto no Brasil

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Um dos assuntos considerados mais polêmicos pelos brasileiros, a cada eleição o tema aborto vira uma saia justa para os candidatos.  A presidenta que o diga, pois foi alvo de muita polêmica a respeito da descriminalização ou não do mesmo durante sua campanha eleitoral. Recentemente, quem teve que se posicionar sobre o tema foi Haddad, pré-candidato à prefeitura de são Paulo. Missão ingrata para um candidato, quando a divergência de opiniões entre o eleitorado é tão grande.  Mas aí cabe a pergunta: porque tanta polêmica?

Vale ressaltar que tanto a igreja católica quanto as diversas vertentes evangélicas se posicionam veementemente contra, defendendo o direito inalienável do feto à vida, enquanto que muitos médicos e associações do direito da mulher defendem o direito feminino de dispor sobre o próprio corpo e levantam a questão das inúmeras mortes que ocorrem entre as mulheres que tentam fazer aborto por conta própria ou em clínicas clandestinas, sem o suporte médico necessário, uma vez que o aborto é considerado crime.  Pra acrescentar um tempero a mais na discussão, há o fato inegável de que quem tem dinheiro, consegue, sim, abortar com segurança, devidamente amparada. Estaríamos então condenando quem não pode pagar por um aborto seguro a colocar sua vida em risco e negando atendimento médico a essas mulheres?

Embora haja uma tendência mundial, segundo estudos das Nações Unidas, em liberar o aborto em diversas situações, incluindo razões socioeconômicas, o Brasil só permite o aborto em casos de estupro ou quando a mãe corre risco de vida em função da gravidez.  Segundo o artigo 2° do código civil brasileiro “A personalidade civil da pessoa começa do nascimento com vida; mas a lei põe a salvo, desde a concepção, os direitos do nascituro.” Ou seja, tanto a mulher em situações extremas quanto o feto tem seus direitos garantidos por lei. Então o foco da polêmica está errado. Deveria, sim, ser o como evitar gravidez indesejada, como nem chegar tão longe, como não precisar lançar mão de um recurso drástico para resolver um problema que pode perfeitamente ser evitado.

Há algumas décadas seria perfeitamente aceitável falar em aborto como um direito da mulher, pois nossas avós não dispunham de recursos contraceptivos, nem de informações relativas a planejamento familiar e o jeito que tinha era ir colocando filho no mundo, conforme a “vontade de Deus”. Mas tenho a impressão que hoje o panorama já é outro: temos a escolher DIU, anticoncepcional hormonal, pílula do dia seguinte, anticoncepcional injetável, anticoncepcional adesivo, camisinhas masculinas e femininas, muito úteis em tempos de doenças sexualmente transmissíveis e HIV, que não se resolve tão facilmente quanto um filho não programado. Claro que a mulher deve ter assegurado seu direito à saúde e a ter filhos quando e se quiser. Mas esse direito não fica melhor comtemplado com a prevenção e a informação do que lhe assegurando o direito de abortar indiscriminadamente? Quando se consegue camisinhas e anticoncepcionais de graça em qualquer posto de saúde, o que está faltando então pra evitar tantos abortos? Campanhas informativas?  Ou talvez aprender a lidar com essa nova realidade, de que já conquistamos o direito de transar por prazer e não precisamos mais lutar por mudanças na lei para não ter filhos? É só colocar juízo na cabeça, adesivo contraceptivo no braço e, por garantia, um punhado de camisinhas na bolsa. Até porque  se precisar entrar nas filas de espera do SUS também para abortar…aí sim, a dor de cabeça vai ser grande.

 

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Sobre: silvana vieira

Livros pra mim são como álcool para alcoólatras: sem eles tenho síndrome de abstinência e é sempre preciso evitar a primeira página, pois depois vem as cem primeiras, as duzentas primeiras e só paro quando a cabeça começa a doer...escrever é consequência, é tentar colocar ordem no caos, é jogar pra fora a confusão e encontrar a serenidade que só as palavras podem me dar.

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