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A FILOSOFIA DE ARTHUR SCHOPENHAUER

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A FILOSOFIA DE ARTHUR SCHOPENHAUER

 Sobre a vida e a obra de Arthur Schopenhauer

As informações a seguir, acerca da vida e da obra de Arthur Schopenhauer, constituem um resumo elaborado a partir das colocações de Torres (2005) e de Huisman e Vergez (1988).

O filósofo Schopenhauer nasceu a 22 de fevereiro de 1788 em Dantzig, na Prússia, filho do comerciante Heinrich Floris Schopenhauer e de Johanna Schopenhauer. Aos doze anos de idade, Schopenhauer, foi induzido por seu pai a fazer uma verdadeira turnê pelos países da Alemanha, França, Inglaterra. Holanda, Suíça, Silésia e a Áustria, com o intuito de se tornar um importante comerciante. Porém, a viagem não trouxe ao pai de Schopenhauer um resultado satisfatório, pois o jovem Arthur só se interessou pelo tema da miséria da condição humana.

Houve uma nova tentativa por parte dos pais de Schopenhauer, para que o mesmo seguisse seus passos e mais tarde o sucedesse em seu trajeto de um profissional notório e rico comerciante da cidade de Dantzig na Prússia. Assim sendo, em 1805 a família de Schopenhauer, instalou-se na cidade de Hamburgo e obrigou Schopenhauer a cursar uma escola comercial. Contudo, com a morte repentina de seu pai, ele se viu desobrigado a continuar seus estudos comerciais, e teve a oportunidade de iniciar uma carreira universitária que começou com os estudos humanísticos no Liceu de Weimar em 1807. Em 1809, Schopenhauer ingressou na faculdade de medicina de Gottingen, conseguindo apreender vastos conhecimentos específicos e em 1811, já na Faculdade de Berlim obteve seus primeiros contatos com a filosofia, assistindo aos cursos dos filósofos Schleiermacher (1768-1834), e Ficthe (1762-1814).

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Tempos depois Schopenhauer acusou Ficthe de ter ridicularizado a filosofia de Kant (1724-1804), tentando envolver o povo da Alemanha com a “neblina filosófica”. Passados dois anos em 1813, Schopenhauer tornou-se doutor pela Universidade de Berlim, com a tese sobre a Quádrupla Raiz do Princípio de Razão Suficiente. Ao mesmo tempo em que ele se doutorava, sua mãe Johanna Schopenhauer se estabelecia em Weimar, conquistando um progressivo espaço de sucesso dentro do universo noveleiro, o qual Schopenhauer considerava como um circuito mundano, pelas pessoas que estavam diretamente envolvidas neste cenário artístico. Schopenhauer, por sua vez, não mediu forças para ridicularizar sua mãe frente a esta atitude e seus relacionamentos.

Por este motivo, Johanna Schopenhauer tratou de devolver a agressão moral que recebeu do filho, pois este a desagradou muitíssimo quando não aceitou sua nova condição de vida por estar ligada aos artistas. Espalhou boatos de que a tese de seu filho Arthur Schopenhauer não passava de um tratado de farmácia. Schopenhauer declarou, de certa forma, guerra à sua mãe, alegando que mais tarde ela não teria o reconhecimento de seu talento como romancista e que só haveria de ser lembrada como a “Mãe de Schopenhauer”.

Com todas essas brigas, Schopenhauer ainda continuou a frequentar o salão da sua mãe por um tempo. Foi neste local que conheceu o poeta alemão Goethe (1749-1832), tornando-se amigos. Goethe sugeriu a Schopenhauer que trabalhasse numa teoria anti-newtoniana da visão, por ter reconhecido seu gênio filosófico. Foi então que Schopenhauer seguindo o conselho do amigo escreveu sobre A visão e as cores, livro que veio a ser publicado em 1816.

No ano de 1814, Schopenhauer rompe derradeiramente com a sua família. Quatro anos se passam e o filósofo termina a sua principal obra de cunho precioso chamada de O Mundo como Vontade e Representação. De 1818 a 1819, ocorreram episódios não muito favoráveis na vida e obra de Schopenhauer, isto porque, em 1818, o autor passa uma temporada na Itália e quando volta, percebe-se numa situação financeira delicada. Por conta disso, oferece-se para ministrar um posto de monitoria na Universidade de Berlim, fazendo valer seu título de Doutor e submetendo-se a uma prova cujo instrumento de avaliação havia sido uma conferência. No ano seguinte em 1819, Schopenhauer conseguiu que seu livro, O Mundo como Vontade e Representação fosse publicado, porém, com uma tiragem muito baixa: apenas cem exemplares foram vendidos.

Em 1820, Schopenhauer vai trabalhar na Universidade de Berlim, ministrando um curso chamado de A Filosofia Inteira ou O Ensino do Mundo e do Espírito Humano. Este curso tinha como seu precursor o filósofo Hegel (1770-1831), e devido a esse fator, Schopenhauer quis disputar com ele o espaço que havia conquistado na Universidade. Nessa tentativa, escolheu o mesmo horário do Hegel que era um dos professores mais requisitados, e fracassou: apenas quatro ouvintes assistiram a suas aulas. Este fato fez com que Schopenhaeur, no final do semestre, renunciasse a seu cargo na Universidade.

Os episódios desafortunados na vida de Schopenhauer continuaram a persegui-lo. Em 1821, já morando numa pensão, o autor se envolveu num acidente com uma mulher que costumava visitá-lo em seu quarto, acidente esse que veio a lhe custar o desembolso de trezentos thalers com despesas médicas. Schopenhauer, num desatino, empurrou a costureira Caroline Louise Marquet, escada abaixo. Além das despesas médicas, Schopenhauer se viu obrigado pela Justiça a pagar sessenta thalers pelo resto da existência da costureira. Isto fez com que Schopenhauer passasse por períodos depressivos e nervosos uma vez por ano, especificamente, sempre que chegava o momento de pagar a pensão a Caroline. Esta moça viveu ainda por vinte anos, o que significou a Schopenhauer uma tortura, já que ele se sentia injustiçado frente à pena que lhe foi atribuída.

De 1826 a 1833 Schopenhauer viajou com freqüência, adoeceu por várias vezes e fez uma segunda tentativa como professor na Universidade de Berlim o que não obteve sucesso. A única coisa que amenizou esta temporada foi a avaliação repleta de elogios, por parte do público e dos críticos da época, a seu livro O Mundo como Vontade e Representação. De 1833 em diante, Schopenhauer decidiu morar em Frankfurt sobre o Meno, vivendo nesta cidade por vinte e sete anos, até sua morte. Durante todo este tempo isolou-se do mundo tendo como companhia apenas um cão. Schopenhauer, nesta forma distanciada do mundo, pôs-se a fazer reflexões filosóficas, produzindo muito, redigindo e publicando vários livros. Em 1836 veio ao conhecimento público o ensaio Sobre a Vontade na Natureza. Schopenhauer escreveu ainda dois ensaios sobre moral, tendo o primeiro escrito se chamado: Sobre a Liberdade da Vontade, o qual concorreu a um prêmio pela Academia de Ciências de Drontheim na Noruega. O segundo escrito teve o nome de O Fundamento da Moral e concorreu pela Academia de Copenhague. Porém, nenhum deles foi premiado. O segundo escrito de Schopenhauer, sobre o fundamento da moral, colocava os filósofos Hegel e Fichte a uma delicada situação, pois continha insultos a eles, o que ocasionou, na época, um enorme escândalo. Mesmo tendo sido Schopenhauer o único filósofo a concorrer nesses dois eventos acima citados, seus escritos não foram premiados.

Em 1841, os dois últimos escritos de Schopenhauer se transformaram no livro sobre Os Dois Problemas Fundamentais da Ética, sendo publicado nesta mesma data. Em 1844, lançou-se a segunda edição de O Mundo com Vontade e Representação, com algumas alterações, porém não obteve sucesso de vendas. Em 1851, foi publicada a obra de Schopenhauer com o nome de Parerga e Paralipomena. Com um sucesso inesperado, a obra reunia temas como: política, literatura, filosofia, metafísica, dentre outros.

Foi a partir desta obra, Parerga e Paralipomena, que Schopenhauer conquistou, por assim dizer, o seu lugar ao sol: o sucesso veio e junto com ele o seu reconhecimento como um dos autores de grande teor filosófico, cuja linha de pensamento até hoje é de imensa importância para as reflexões sobre a vida e seus percalços. Sua importante contribuição filosófica espalhou-se pela Alemanha e Europa, sendo a Inglaterra a grande difusora do talento de Schopenhauer. Já a França também reconheceu a fama do autor, pois inúmeros filósofos e escritores foram até Frankurt para visitar Schopenhauer.

Na Alemanha, a filosofia de Hegel entrou em declínio, sendo substituída pelo reconhecimento e notoriedade de Schopenhauer, que se tornou o líder das novas gerações. A partir de então, o autor passou a contar com devido sucesso que durante toda a sua vida almejou ter. Foi reconhecido pela crítica e pôde até recusar o título de membro que a Academia Real de Ciências em Berlim lhe propusera, em 1858. Foi contemplado pela Universidade de Breslau que dedicou cursos a análise de sua obra.

Em 21 de setembro de 1860, Arthur Schopenhauer faleceu aos 72 anos de idade.

Vontade e intelecto  (“dando margem a uma profunda reflexão entre dois níveis distintos de mundos o consciente e o inconsciente”)

Schopenhauer define a consciência tanto como a consciência do mundo exterior como a consciência de si; esta, por sua vez, tem uma parte que conhece e outra parte que é conhecida, isto porque para o filósofo, falar em sujeito é também falar do objeto, pois sem a consciência não há mundo. A consciência só existe em função do objeto e da realidade externa que ela pode apreender (SCHOPENHAUER, 1819/2005a). Cacciola (1991) parece admitir nessa assertiva, trazendo-a para uma interpretação psicanalítica, que sem o inconsciente não é possível existir a consciência. Neste caso, o inconsciente é o objeto da consciência, que só pode ser desvelado através dos sonhos, da associação livre, dos lapsos, etc.

Ainda com relação à consciência de si, afirma o filósofo que aquilo que é conhecido é a Vontade, não se tratando apenas do querer e da deliberação, mas de todo o esforço, apetite, aversão, esperança, temor, ódio, em resumo, tudo o que constitui de imediato o próprio bem-estar, prazer ou desprazer. O que se entende, desse modo, é que a Vontade é o primeiro, o originário, o protótipo, enquanto o intelecto, ou seja, o que conhece, é o secundário.

Segundo o autor o ponto de indiferença existente entre o querer e o conhecer, que está em ambos é o EU. O EU é a identidade temporal entre o sujeito do querer e do conhecer. Convém ressaltar que esta identidade é inexplicável para o próprio filósofo, pela característica da heterogeneidade completa entre seus dois componentes, intelecto e vontade (CACCIOLA, 1991).

A partir da explicação que Schopenhauer traz para a diferenciação entre as consciências, fica mais claro o entendimento de que esta divergência obedece não à vontade, mas à maior ou menor extensão da esfera de conhecimento. E que o querer é o mesmo entre as diversas espécies de animais os quais ainda que em seus graus inferiores, querem bem-estar, vida e procriação. Não se está afirmando aqui que estes possuem a faculdade de pensar e julgar, embora se possa afirmar que eles têm representações e condição necessária para que a vontade seja colocada em movimento. Em outras palavras, a vontade é soberana em todos os seres vivos, mas o intelecto só pode manifestar-se em níveis ainda maiores de objetivação dessa vontade (CACCIOLA, 1991).

Segundo Schopenhauer o homem tem em comum com os animais o querer, e a diferença em relação ao animal surge unicamente em razão do aspecto intelectual. Assim sendo é compreensível que no homem esta força de representação adquire o maior grau de perfeição no qual ele não somente é capaz de elaborar representações intuitivas como abstratas e, portanto é dotado de pensamento e razão. Contudo, no homem é a consciência secundária que se manifesta de forma predominante e por mais fortes que sejam seus apetites e paixões, sua mente está sempre ocupada com pensamentos e representações.

Regra geral, o conhecimento permanece sempre sujeito ao serviço da vontade, dado que se formou para este serviço e, mesmo emergiu da vontade assim como a cabeça emerge do tronco. Nos animais, esta serviçalidade do conhecimento sob a vontade nunca pode ser suprimida. (SCHOPENHAUER, 1819 / 2005a, p. 29).

Esta condição na qual a vontade se manifesta, até certo ponto, independentemente do intelecto, faz com que o autor levante um dilema entre a vontade e o intelecto. Essa reflexão nos remete a responsabilidade de tentar compreender, segundo a afirmação do autor; que no homem, só em indivíduos muito bem dotados é que o intelecto pode ter a supremacia; e estes por sua vez, são chamados de gênios. “Nos homens, esta supressão [a da vontade pelo conhecimento] ocorre somente como exceção.” (SCHOPENHAUER, 1819 / 2005a p. 29).

Explorando um pouco mais a relação entre o intelecto e a vontade na filosofia de Schopenhauer, Cacciola (1991) mostra que os pensamentos e imagens do intelecto podem, em alguns momentos, colocar a vontade em movimento; as representações intelectuais podem produzir, dessa forma, estados emocionais os mais diversos, tais como: medo, cólera, alegria, melancolia, entre outros. Ainda assim, nestas relações mútuas é a vontade que permanece comandando. Como afirma Schopenhauer (1819 / 2005a, p. 28):

Originalmente, portanto, e conforme sua essência, o conhecimento é útil à vontade, e, assim como o objeto imediato que, com a aplicação da lei da causalidade se torna seu ponto de partida, é somente vontade objetivada, assim também todo conhecimento resultante do princípio da razão se mantém numa relação mais ou menos estreita com a vontade. Pois o indivíduo encontra seu corpo como um objeto entre objetos, com todos eles mantendo variadas reações e proporções conforme o princípio da razão, cuja observação, portanto, por vias mais ou menos extensas, sempre reconduz ao seu corpo, logo à sua vontade.

Deste modo entende-se que estas resistências só podem vir da vontade e não do intelecto, sendo que este não tem a propriedade necessária para emitir sentimentos, mantendo-se assim na indiferença. O intelecto apesar de fornecer motivos para a vontade é alheio, em muitos casos, às resoluções da mesma. O intelecto quando não raro, recebe com surpresa essas manifestações da vontade.

Schopenhauer, alerta para a tomada de consciência entre o motivo aparente e o motivo real de nossas ações, na qual muitas vezes desviamo-nos de nosso objetivo pensando que o estamos fazendo é por uma razão moral, no entanto é pelo medo que estamos deixando de fazer. O autor chega à conclusão que o intelecto é tão estranho e diferente à vontade que chega a ser enganado por ela, o que demonstra ser impossível para ele penetrar em suas resoluções, por vezes ocultas (CACCIOLA, 1991).

O conhecimento deriva sempre do trabalho penoso, e evolui com o indivíduo; já a vontade é espontânea. A atividade da vontade é originária, contendo em si seu próprio movimento, enquanto que a atividade intelectual é deliberada e forçada. Ainda neste sentido é sabido que a vontade já surge pronta e acabada no recém-nascido, como parte de sua estrutura inata, mas o intelecto desenvolve-se acompanhando o desenvolvimento do cérebro.

Como prova do caráter incansável da vontade temos a sua precipitação e impulsividade, na qual ela deveria esperar a deliberação do intelecto, porém dada à lentidão deste último, a vontade toma as rédeas e muitas vezes nos leva a ação precipitada, impulsiva e irrefletida sem que o intelecto consiga refreá-la. Neste ponto vamos de encontro com o que o autor menciona no decorrer do livro O mundo como vontade e representação que a vontade prevalece sobre o intelecto, mostrando-se a essência originária da vontade que a separa do mesmo; outra prova dessa separação é dada através do impedimento que a vontade representa para o exercício da plena função intelectual, através de suas emoções. Em situações de emergência nas quais nos vemos em perigo, ficamos paralisados ou agimos de maneira absurda (SCHOPENHAUER, 1819 / 2005a).

O intelecto é como um parasita do organismo; Schopenhauer (1819) ressalta que o intelecto é uma função encefálica que só pede alimentação e repouso, e alerta para o fato de que qualquer perturbação no organismo produz uma alteração ou paralisia intelectual. Schopenhauer menciona outras inclinações aptas a falsear as intenções da vontade tais como: o pensamento, a esperança, o amor e ódio que falseiam nossos juízos, enfim, tudo o que contraria os nossos afetos não recebe boa acolhida do intelecto. Schopenhauer chega a fazer uma comparação entre a destituição de um sistema teórico e a derrota de um exército. Nosso intelecto é assim utilizado pela vontade para justificar seus interesses (CACCIOLA, 1991).

Este diálogo entre mundos deixa-nos com margem maior para futuros enlaces embasados no aprofundamento da literatura Schopenhaueriana.

 

SCHOPENHAUER, A. (1819). O mundo como vontade e representação (III parte). In: Os pensadores. São Paulo: Nova Cultural, 2005a.

SCHOPENHAUER, A. (1819). Crítica da filosofia kantiana. In: Os pensadores. São Paulo: Nova Cultural, 2005b.

SCHOPENHAUER, A. (1819). O mundo como vontade e representação (IV parte). São Paulo: Ediouro, 1986.

SCHOPENHAUER, A. (1819). Metafísica do amor, metafísica da morte. Trad. Jair Barboza. São Paulo: Martins Fontes, 2000.

SCHOPENHAUER, A. (1851). Parerga e Paralipomena (cap. V, VIII, XII, XIV). In: Os pensadores. São Paulo: Nova Cultural, 2005.

 

 

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Sobre: Maria de Fátima Fernandes

Sou psicóloga clínica e trabalho com a abordagem psicanalítica. Tenho experiência com várias modalidades de psicoterapia (atendimento infantil, adolescente e adulto, família, etc.) realizo palestras e cursos sobre temas variados. Em minha prática como profissional, prezo sempre pelo respeito e pela ética. Dedico minha vida à uma maior compreensão de mim mesma, do ser humano e das pessoas à minha volta

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