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O ensino desenvolvido tradicionalmente nas práticas pedagógicas, refletem de certa forma, grandes contradições, no que diz respeito as reais necessidades de aprendizagem do aluno. O problema maior centra-se na visão limitada do educador, diante dos fracassos escolares dos educandos. Nesse sentido, este fracasso é encarado como a incapacidade de aprender.
bastante evidente no processo de ensino-aprendizagem. Ao refletirmos sobre este assunto, nos preocupamos com as causas desse fracasso, no que diz respeito à aprendizagem da leitura e da escrita. Segundo as explicações científicas, as crianças que fracassam na escola com relação a essas habilidades, tem como causa maior, à carência ou deficiência existente no seu próprio meio social, bem como suas incompetências lingüísticas.
Se por um lado a escola se preocupa em ensinar uma língua padronizada e culta, por outro, verifica-se a realidade lingüística do meio social em que as crianças vivem. O texto “Variação Lingüística”, das autoras Almeida e Zavan, destaca que é um grande engano acreditar que a língua falada no Brasil, atende ou irá atender as exigências da Gramática normativa. Em primeiro lugar, se o aluno aprende na escola a forma correta de se escrever, essa aprendizagem não garante que ele mude sua forma de falar. É equivoco pensar assim, pois, na convivência do aluno em sociedade, não existe essa padronização lingüística.
Temos percebido muitas vezes, alguns educadores justificando esse fracasso existente na sala de aula, apontando a falta de interesse dos alunos em aprender a ler e escrever. É importante destacar que, diante dessa questão, as práticas de ensino dos professores, devem fugir mais do tradicionalismo. As vezes, o uso de estratégias para o desenvolvimento de uma aula, pode ser decisivo para a qualificação do ensino e principalmente, para a aprendizagem dos aluno.
Geralmente as escolas possuem uma boa estrutura para o desenvolvimento de estratégias, como por exemplo, a biblioteca, que muitas vezes deixa de ser encarada como um local de aprendizagem, tornado-se um simples local de acumulação de livros didáticos. Seria interessante que, para se diminuir os índices de analfabetismo, que envolve a falta de capacidade para ler e escrever, os educadores motivassem mais seus alunos a freqüentarem a biblioteca da escola, bem como, utilizar textos informativos como: jornais, revistas, gibi, embalagens, receitas e etc.
Assim como o exemplo mostrado no texto de Clenice Griffo, sabemos que existem muitos professores que inventam dificuldades. No caso 1: Paulo, temos o exemplo de uma criança de necessidade afetivas, sociais e econômicas. Devido sua esperteza, o menino foi logo rejeitado pelas professoras, recebendo o “título” de indisciplinado. Na tentativa de consegui uma aproximação com as pessoas, visto que era discriminado e criticado por colegas e professores, ele agia de forma diferenciada dos outros, no intuito ser aceito no contexto escolar.
Para a escola esse aluno era problemático, como a autora salienta, “ Paulo tinha muito mais conhecimento da língua escrita do que a escola parecia supor” ( Griffo, 2002, p. 45 ). De acordo com a pesquisa feita, o menino demonstrou muito interesse em aprender a ler e escrever. Diante desta questão, nos perguntamos o quê a escola fazia para superar os supostos problemas de aprendizagem da criança? Como bem percebemos, os próprios professores não se preocupavam em fazer com que o menino adquirisse as habilidade de leitura e escrita, colocando como justificativa pelo fracasso na alfabetização escolar, a desestruturação familiar da criança.
Portanto, as atitudes dos professos devem ir de encontro com as necessidades especificas de cada aluno. Mesmo não vindo de um ambiente letrado, não pressupõe que a criança não traga consigo nenhum tipo de conhecimento, é preciso considerarmos a leitura de mundo do aluno que o aluno trás ao chegar a escola. É necessário que o professor compreenda que esta, a exemplo de Paulo, tal como aquela criança do ambiente social privilegiado, seja tratada como um sujeito portador de capacidade para aprender, mesmo que no primeiro momento se mostre uma criança complicada no processo de alfabetização.

RERERÊNCIA

GRIFFO, Clenice. Dificuldades de Aprendizagem Na Alfabetização: Perspectivas do Aprendiz. In. Dificuldades de Aprendizagem na Alfabetização (org) Maria de Fátima Cardoso Gomes. 2ª ed. Belo Horizonte: Autêntica. 2002

ALMEIDA, Nukácia Meyre Araújo e ZAVAM, Áurea Suely. Variação Linguística: uma questão de sala de aula

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