10 Formas de lidar com as vitórias nos casinos

O ser humano adora correr riscos, gosta de viver emoções fortes e de sentir a adrenalina espalhar-se pelo corpo. Uma das formas mais fáceis de obter essa satisfação é pela aposta. Apesar da pura ingenuidade que se carrega ao entrar num casino, ao preencher um talão de aposta desportiva, ou mesmo ao comprar um bilhete de lotaria, estes são comportamentos socialmente aceitáveis e até justificáveis nos dias que correm. A maior parte dos apostadores não contabiliza a fraca probabilidade de vencer, mas a sorte pode bater à porta. Se isso acontecer, como reagir? Gritar vitória ou manter-se absorto? Pagar uma rodada aos amigos ou levar o lucro e dar o dia por terminado? Vejamos como se deve encarar um possível jackpot no casino.

1. Não se deixe hipnotizar

Um casino é um lugar arquitetado ao mais ínfimo pormenor. Os sons, as luzes e os odores contribuem para um cocktail hipnótico dos sentidos. Até o staff está vestido e perfumado “para matar”. O paladar também é domesticado pelos saborosos acepipes e pelas bebidas alcoólicas elegantemente servidas. Os espetáculos enchem a alma e a música ambiente embala para um sono acordado, alimentado pelo sonho de ganhar muito dinheiro. Certifique-se que está consciente de onde está e do que está a fazer.

2. Que horas são?

Um dos objetivos de toda a orgânica e decoração de um casino é a desorientação espacial e temporal. Constatar que já passaram quatro horas desde que se entrou, quando pareceram apenas alguns minutos, não é invulgar. Estar diante dos ecrãs dos jogos pode mesmo ser perigoso. Desvie o olhar de vez em quando, faça pausas, converse com alguém e evite ficar vidrado. Se for possível, é bom definir à entrada quanto tempo se vai ficar. Ao ganhar alguma coisa, nada como conferir se já não está na hora da despedida.

3. Não pensar que a sorte veio para ficar

Benjamin Franklin afirmou que “a diligência é a fonte da boa sorte”. No entanto, quando dentro das quatro paredes de um casino, o comportamento humano muda drasticamente: mesmo uma pessoa poupada pode facilmente gastar centenas ou mesmo milhares de euros. Ao dirigir-se para uma slot machine, a maior parte dos apostadores não sabe em que ratoeira se está a meter: são presas fáceis. Num casino, quanto mais tempo jogar, maior é a probabilidade de perder. Mesmo que pareça que esteve quase a ganhar, considere isso uma ilusão fabricada. Analise se o que ganhou não será suficiente para sair como um vencedor.

4. Fazer um balanço

Aprender a contrapor o que já se gastou com o que se ganhou é uma regra básica da sobrevivência, mas exponencialmente útil dentro de um casino. Entrar com a carteira recheada é meio caminho andado para sair com ela vazia, incluindo a possibilidade de esgotar o dinheiro de plástico e outro mais que não se tenha. Estabelecer limites à entrada é uma boa estratégia: definir o máximo que se vai gastar, ou mesmo uma percentagem do que se pretende ganhar. Se atingiu esse objetivo, ou se já gastou o que vinha preparado para gastar, está na hora de deixar os ombros relaxarem.

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5. Conhece bem as regras do jogo?

Existe uma oferta bastante diversificada nas salas de jogo: desde as slot machines, cujos resultados são sempre aleatórios – mesmo que pareçam caminhar em direção ao jackpot –, até aos jogos de roleta e de cartas, que também nos conferem a sensação de controlo, ao ponto de pensarmos que conseguimos bater o croupier. No entanto, em cada lugar que se escolhe para se gastar as poupanças, há regras que podem ser claras ou não. Quando se conhece o jogo, e se está ciente das probabilidades, é muito mais fácil decidir se chegou o momento de parar ou não. Também se torna facilitada a missão de definir se o preço a pagar é justo, mediante as circunstâncias do momento. Não esquecer que a aposta deverá ser encarada como uma diversão, não como uma necessidade de ganhar dinheiro.

6. Sentir o dinheiro no bolso

Deixe que a sensação do “peso” do dinheiro que ganhou tome forma na sua mente. Se for possível levantar o dinheiro e “metê-lo ao bolso”, faça-o. É uma boa estratégia para ajudar na decisão de continuar ou não a apostar. Olhar para um número num papel, num ecrã ou mesmo em fichas de jogo não é a mesma coisa. Saboreie a vitória, ou a sorte, sabendo medir os riscos e tendo a consciência de que gastar aquele dinheiro é tentadoramente fácil.

7. Não correr para o bar

Um jogador aos saltos, em direção ao bar, não é uma visão muito enriquecedora. Normalmente será seguido por uma série de falsos amigos a quem é suposto pagar a próxima rodada. Além dos estragos que se podem seguir, e da quantia de que se irá despender, o álcool é o principal aliado da casa. Para um casino, melhor do que o jogo patológico, é um jogador viciado e embriagado. A velha máxima “beba com moderação” pode e deve ser levada à letra. A desinibição não se revela apenas na boa disposição, afeta também a carteira.

8. Manter a humildade

Mesmo saindo a perder, alguns jogos oferecem prémios de consolação. Quem sofre de “mau perder” normalmente reclama da insignificância da perda, além de demonstrar esse descontentamento de outras formas. No entanto, também é possível encontrar casos de “mau ganhar”. Um ego inchado pode ser pior do que um azarado amuado. Manter o autocontrolo é fulcral para não se deitar “tudo a perder”. Ganhar um prémio, ou ter a sorte de tirar um jackpot, não deve engrandecer ninguém. Mantenha-se com os pés bem firmes na alcatifa.

9. A casa ganha sempre

Pode parecer cliché, mas é a verdade. A partir do momento em que se apanha um táxi para o casino, já se está a contribuir: com impostos. Uma fatia considerável dos lucros das casas de jogo vão para o estado, a única entidade que pode regular e fiscalizar a atividade, incluindo uma simples raspadinha ou aposta no totobola. Ademais, a probabilidade de ganhar o totoloto é de 1 para quase 14.000.000. Fazendo 20 apostas por semana, pode-se demorar 13 000 anos a ganhar. No euromilhões é ainda mais difícil: de 1 para 76.275.360. Com o mesmo ritmo de apostas, podia levar até 65 000 anos a sair o primeiro prémio. Num casino, as probabilidades de ganhar também são extremamente baixas. Por isso, ao perder, não se deve tentar recuperar, nem pedir emprestado ou a crédito para continuar a jogar. Uma outra boa parte das receitas dos casinos provem dos bares e de todo o consumo adicional. Mesmo que a visita seja para acompanhar uns amigos, e que sejam eles a apostar, a nossa presença contribui para o aumento do fluxo e da sensação de movimento que se pretende transmitir. Tudo é consumido.

10. Sorria e divirta-se, mas não abuse

Ganhar um prémio é sempre um bom motivo para comemorar, e prova que a sorte nem sempre é dos outros. Mesmo que se faça tudo o que já foi dito, que se equacionem todas as variáveis e se pondere o que fazer a seguir, não se pode impedir o sorriso. É um momento de satisfação e de boa disposição. Aproveite! Sorria, congratule-se e divirta-se, mas não em demasia! E mesmo que perca, saia sempre como um vencedor. De cabeça erguida.

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